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Rua Caquito, 274 - Vila São GeraldoApartamento amplo, no centro da Penha. Conta com 2 dormitórios, banheiro, sala, cozinha, área de serviço e 1 vaga. O Condomínio Wani é equipado com diversas instalações, como playground, salão de festas e academia. Fica localizado em Rua Caquito, no bairro Vila São Geraldo, São Paulo, próximo a lugares como Terminal Penha, Colégio Estadual Nossa Senhora da Penha, Moviecon Penha, Shopping Center Penha, Colégio Objetivo Penha e ETEC Professor Aprígio Gonzaga. Localização excelente: Próximo ao Shopping Penha Fundado em 1992, o empreendimento celebra a data com show cover da Marília Mendonça e apresentação “Sua Hora Vai Chegar” O Shopping Penha, localizado na zona leste de São Paulo, comemora no próximo dia 19 de outubro 30 anos de história. O empreendimento já nasceu em um lugar histórico, o centro da Penha, reconhecido como Patrimônio Histórico Cultural, com isso, é o único shopping center do Brasil a estar em um centro histórico. Em 2004 o Shopping Penha passou por expansão e modernização, assim conquistou 29,9 mil m² de área locável. Com a expansão, o empreendimento ganhou ainda mais prestígio entre os moradores e se tornou um dos principais espaços culturais no bairro, com eventos como shows, espaços infantis e programação para toda a família. As ações sociais também fazem parte da rotina do centro de compras que realiza doações de sangue, de agasalho, feiras de adoção de animais, entre outros projetos. “Nós estamos muito felizes em celebrar os 30 anos do Shopping e, principalmente, por podermos oferecer para todos do bairro da Penha um espaço de lazer para toda a família. Fazemos de tudo para criar um ambiente agradável para os visitantes, com diversas opções de lojas, alimentação e diversão. Queremos continuar a proporcionar coisas boas para a comunidade local e continuar a escrever novas histórias com todos”, ressalta Renata Barros, gerente de marketing do Shopping Penha. Para celebrar o aniversário, o Shopping Penha realiza no dia 19/10 show da artista Lorena Alexandre, cover oficial da cantora Marília Mendonça. O evento acontece às 19h, na praça de alimentação do empreendimento. No dia 20 as celebrações continuam com a apresentação lúdica “Sua Hora Vai Chegar”, que reúne cantores, bailarinos, músicos e artistas circenses, às 19h na praça de eventos do Shopping. Ambos os eventos são gratuitos. “Nós pensamos em trazer atrações para que toda a família possa comemorar conosco. Os eventos foram pensados com o objetivo de fazer com que as pessoas lembrem desse momento com carinho e para representar tudo o que temos feito nesses 30 anos”, finaliza Renata. Serviço: Comemoração aniversário 30 anos Data: 19 e 20 de outubro Horário: A partir das 19h Valor: Gratuito Onde: Shopping Penha Endereço: Rua Dr. João Ribeiro, 304 – Penha de França. Sobre o Grupo AD A AD Shopping, maior administradora independente de shopping centers do País, está presente em todas as regiões brasileiras. Seu portfólio é composto por 42 empreendimentos de diversos formatos, localizados tanto nas capitais quanto no interior. São mais de 30 anos de experiência em desenvolvimento, planejamento, comercialização e gestão de shopping centers. O Grupo AD lançou, em 2021, a AlugueON, plataforma digital de locação de lojas e merchandising, que facilita a prospecção dos locatários na obtenção do ponto comercial em sua estratégia de expansão comercial, seja em lojas, seja em quiosques ou mídia no mall. , estação Penha do Metrô A Estação Penha-Besni ou Estação Penha é uma das estações da Linha 3–Vermelha do Metrô de São Paulo. Foi inaugurada em 31 de maio de 1986. Está localizada na Avenida Conde de Frontin, conhecida como Radial Leste, no distrito da Vila Matilde, situada a poucos metros do distrito do mesmo nome (lado norte), no qual recebe o mesmo nome. Está integrada com um Terminal de Ônibus Urbano e ligada a um amplo estacionamento para automóveis. Situa-se entre dois bairros: a Penha de França ao norte e a Vila Aricanduva ao sul. Futuramente será uma das estações da Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo. Em 2022, teve o seu nome alterado para Penha-Besni em decorrência ao contrato de patrocínio com as Lojas Besni. História Estação da Linha 3 O projeto da estação Penha do metrô surgiu na metade da década de 1970, dentro do projeto de implantação da Linha Leste-Oeste. Inicialmente era chamada de Aricanduva, por sua proximidade com o rio e complexo viário homônimos. Durante a fase de projeto, Penha foi incluída num grupo de 8 estações com projetos padronizados em 19 módulos de concreto destinados a facilitar sua implantação (vide seção características).[3] Os primeiros terrenos para a implantação da estação foram desapropriados através do Decreto Municipal Nº 14.400 de 4 de março de 1977, reforçadas pelo Decreto Municipal Nº 18.899 de 28 de julho de 1983.[4][5] Apesar das áreas serem desapropriadas desde 1977, as obras da estação (agora chamada) Penha foram iniciadas apenas em meados de 1982, dada a falta de recursos nas obras do metrô (que acabara de passar da esfera municipal para a estadual).[6] Prometidas para serem entregues em dezembro de 1984,[7] as obras da estação Penha atrasaram várias vezes e foram entregues apenas em 31 de maio de 1986 pelo governador Franco Montoro, com a presença dos ministros do Trabalho Almir Pazzianotto Pinto e Meio Ambiente Deni Lineu Schwartz. Durante a desorganizada cerimônia de inauguração ocorreu uma superlotação da estação e dos trens cerimoniais, obrigando as autoridades a dividirem o apertado espaço com a população, que deixou a estação apinhada (incluindo casos de crianças perdidas dos pais). Essa foi a primeira vez na história que um prefeito de São Paulo, no caso Jânio Quadros, não compareceu a uma cerimônia de inauguração do metrô.[8] Projeto da estação Penha, 1976. Prefeitura de São Paulo Projeto da estação Penha, 1976. Prefeitura de São Paulo Área desapropriada da futura estação Penha, 1978. Área desapropriada da futura estação Penha, 1978. Estação da Linha 2 Applications-development current.svg Este artigo ou se(c)ção trata de uma construção atualmente em andamento. A informação apresentada pode mudar com frequência. Não adicione especulações, nem texto sem referência a fontes confiáveis. Editado pela última vez em 23 de agosto de 2022. Maquete eletrônica da futura estação Penha da Linha 2 do Metrô.[1] A Companhia do Metropolitano de São Paulo apresentou em meados de 2012 o projeto de expansão da Linha 2 verde rumo a Guarulhos, de forma que a linha passará pela estação Penha, que ganhará uma estação de integração, aproveitando terrenos desapropriados pelo metrô em 1983. Projetada pelas empresas BVY Arquitetos, Opus Oficina de Projetos Urbanos, Systra e Vetec Engenharia[1], as obras da estação Penha, com previsão de 35 mil m² de área construída utilizando o método de vala à céu Aberto (VCA), foram contratadas em 29 de julho de 2014 junto ao consórcio formado pelas construtoras C.R. Almeida S/A Engenharia e Obras, Ghella S.p.A. (Itália) e Consbem Construções e Comércio Ltda, pelo valor de R$ 1.856.407.514,03 (trecho Penha-Penha de França). Atualmente, as obras encontram-se em estado inicial no trecho Vila Prudente - Penha, com a assinatura da ordem de serviço em 17 de janeiro de 2020, ainda sem previsão para início das obras rumo à estação terminal Dutra, em Guarulhos.[9][10][11][12][13] Em abril de 2020 foi iniciada a montagem do canteiro de obras ao lado da estação Penha da Linha 3.[14] Características (Estação da Linha 3) Estação semi-enterrada, composta por 19 blocos de concreto pré moldado de 15 m X 12,50 m com mezanino de distribuição sobre plataforma central em superfície, estrutura em concreto aparente e cobertura espacial metálica treliçada. Possui acesso para pessoas portadoras de deficiência física através de rampas.[15] Possui capacidade de até 20 mil passageiros por dia, numa área construída de 12.170 m² e rico comércio. Acesso fácil à Radial Leste, Marginal Tietê e principais vias da região.São Paulo - SPApartamento amplo, no centro da Penha. Conta com 2 dormitórios, banheiro, sala, cozinha, área de serviço e 1 vaga. O Condomínio Wani é equipado com diversas instalações, como playground, salão de festas e academia. Fica localizado em Rua Caquito, no bairro Vila São Geraldo, São Paulo, próximo a lugares como Terminal Penha, Colégio Estadual Nossa Senhora da Penha, Moviecon Penha, Shopping Center Penha, Colégio Objetivo Penha e ETEC Professor Aprígio Gonzaga. Localização excelente: Próximo ao Shopping Penha Fundado em 1992, o empreendimento celebra a data com show cover da Marília Mendonça e apresentação “Sua Hora Vai Chegar” O Shopping Penha, localizado na zona leste de São Paulo, comemora no próximo dia 19 de outubro 30 anos de história. O empreendimento já nasceu em um lugar histórico, o centro da Penha, reconhecido como Patrimônio Histórico Cultural, com isso, é o único shopping center do Brasil a estar em um centro histórico. Em 2004 o Shopping Penha passou por expansão e modernização, assim conquistou 29,9 mil m² de área locável. Com a expansão, o empreendimento ganhou ainda mais prestígio entre os moradores e se tornou um dos principais espaços culturais no bairro, com eventos como shows, espaços infantis e programação para toda a família. As ações sociais também fazem parte da rotina do centro de compras que realiza doações de sangue, de agasalho, feiras de adoção de animais, entre outros projetos. “Nós estamos muito felizes em celebrar os 30 anos do Shopping e, principalmente, por podermos oferecer para todos do bairro da Penha um espaço de lazer para toda a família. Fazemos de tudo para criar um ambiente agradável para os visitantes, com diversas opções de lojas, alimentação e diversão. Queremos continuar a proporcionar coisas boas para a comunidade local e continuar a escrever novas histórias com todos”, ressalta Renata Barros, gerente de marketing do Shopping Penha. Para celebrar o aniversário, o Shopping Penha realiza no dia 19/10 show da artista Lorena Alexandre, cover oficial da cantora Marília Mendonça. O evento acontece às 19h, na praça de alimentação do empreendimento. No dia 20 as celebrações continuam com a apresentação lúdica “Sua Hora Vai Chegar”, que reúne cantores, bailarinos, músicos e artistas circenses, às 19h na praça de eventos do Shopping. Ambos os eventos são gratuitos. “Nós pensamos em trazer atrações para que toda a família possa comemorar conosco. Os eventos foram pensados com o objetivo de fazer com que as pessoas lembrem desse momento com carinho e para representar tudo o que temos feito nesses 30 anos”, finaliza Renata. Serviço: Comemoração aniversário 30 anos Data: 19 e 20 de outubro Horário: A partir das 19h Valor: Gratuito Onde: Shopping Penha Endereço: Rua Dr. João Ribeiro, 304 – Penha de França. Sobre o Grupo AD A AD Shopping, maior administradora independente de shopping centers do País, está presente em todas as regiões brasileiras. Seu portfólio é composto por 42 empreendimentos de diversos formatos, localizados tanto nas capitais quanto no interior. São mais de 30 anos de experiência em desenvolvimento, planejamento, comercialização e gestão de shopping centers. O Grupo AD lançou, em 2021, a AlugueON, plataforma digital de locação de lojas e merchandising, que facilita a prospecção dos locatários na obtenção do ponto comercial em sua estratégia de expansão comercial, seja em lojas, seja em quiosques ou mídia no mall. , estação Penha do Metrô A Estação Penha-Besni ou Estação Penha é uma das estações da Linha 3–Vermelha do Metrô de São Paulo. Foi inaugurada em 31 de maio de 1986. Está localizada na Avenida Conde de Frontin, conhecida como Radial Leste, no distrito da Vila Matilde, situada a poucos metros do distrito do mesmo nome (lado norte), no qual recebe o mesmo nome. Está integrada com um Terminal de Ônibus Urbano e ligada a um amplo estacionamento para automóveis. Situa-se entre dois bairros: a Penha de França ao norte e a Vila Aricanduva ao sul. Futuramente será uma das estações da Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo. Em 2022, teve o seu nome alterado para Penha-Besni em decorrência ao contrato de patrocínio com as Lojas Besni. História Estação da Linha 3 O projeto da estação Penha do metrô surgiu na metade da década de 1970, dentro do projeto de implantação da Linha Leste-Oeste. Inicialmente era chamada de Aricanduva, por sua proximidade com o rio e complexo viário homônimos. Durante a fase de projeto, Penha foi incluída num grupo de 8 estações com projetos padronizados em 19 módulos de concreto destinados a facilitar sua implantação (vide seção características).[3] Os primeiros terrenos para a implantação da estação foram desapropriados através do Decreto Municipal Nº 14.400 de 4 de março de 1977, reforçadas pelo Decreto Municipal Nº 18.899 de 28 de julho de 1983.[4][5] Apesar das áreas serem desapropriadas desde 1977, as obras da estação (agora chamada) Penha foram iniciadas apenas em meados de 1982, dada a falta de recursos nas obras do metrô (que acabara de passar da esfera municipal para a estadual).[6] Prometidas para serem entregues em dezembro de 1984,[7] as obras da estação Penha atrasaram várias vezes e foram entregues apenas em 31 de maio de 1986 pelo governador Franco Montoro, com a presença dos ministros do Trabalho Almir Pazzianotto Pinto e Meio Ambiente Deni Lineu Schwartz. Durante a desorganizada cerimônia de inauguração ocorreu uma superlotação da estação e dos trens cerimoniais, obrigando as autoridades a dividirem o apertado espaço com a população, que deixou a estação apinhada (incluindo casos de crianças perdidas dos pais). Essa foi a primeira vez na história que um prefeito de São Paulo, no caso Jânio Quadros, não compareceu a uma cerimônia de inauguração do metrô.[8] Projeto da estação Penha, 1976. Prefeitura de São Paulo Projeto da estação Penha, 1976. Prefeitura de São Paulo Área desapropriada da futura estação Penha, 1978. Área desapropriada da futura estação Penha, 1978. Estação da Linha 2 Applications-development current.svg Este artigo ou se(c)ção trata de uma construção atualmente em andamento. A informação apresentada pode mudar com frequência. Não adicione especulações, nem texto sem referência a fontes confiáveis. Editado pela última vez em 23 de agosto de 2022. Maquete eletrônica da futura estação Penha da Linha 2 do Metrô.[1] A Companhia do Metropolitano de São Paulo apresentou em meados de 2012 o projeto de expansão da Linha 2 verde rumo a Guarulhos, de forma que a linha passará pela estação Penha, que ganhará uma estação de integração, aproveitando terrenos desapropriados pelo metrô em 1983. Projetada pelas empresas BVY Arquitetos, Opus Oficina de Projetos Urbanos, Systra e Vetec Engenharia[1], as obras da estação Penha, com previsão de 35 mil m² de área construída utilizando o método de vala à céu Aberto (VCA), foram contratadas em 29 de julho de 2014 junto ao consórcio formado pelas construtoras C.R. Almeida S/A Engenharia e Obras, Ghella S.p.A. (Itália) e Consbem Construções e Comércio Ltda, pelo valor de R$ 1.856.407.514,03 (trecho Penha-Penha de França). Atualmente, as obras encontram-se em estado inicial no trecho Vila Prudente - Penha, com a assinatura da ordem de serviço em 17 de janeiro de 2020, ainda sem previsão para início das obras rumo à estação terminal Dutra, em Guarulhos.[9][10][11][12][13] Em abril de 2020 foi iniciada a montagem do canteiro de obras ao lado da estação Penha da Linha 3.[14] Características (Estação da Linha 3) Estação semi-enterrada, composta por 19 blocos de concreto pré moldado de 15 m X 12,50 m com mezanino de distribuição sobre plataforma central em superfície, estrutura em concreto aparente e cobertura espacial metálica treliçada. Possui acesso para pessoas portadoras de deficiência física através de rampas.[15] Possui capacidade de até 20 mil passageiros por dia, numa área construída de 12.170 m² e rico comércio. Acesso fácil à Radial Leste, Marginal Tietê e principais vias da região.
Rua Omachá, 276 - Penha de FrançaAPARTAMENTO EXCELENTE ´SEMI MOBILIADO COM 42M²,COM 2 DORMITÓRIOS,1 SALA, 1 BANHEIRO,1 LAVANDERIA,COM ÓTIMA LOCALIZAÇÃO,PRÓXIMO A PADARIA REQUINTE,AO MERCADO COBAL,PRÓXIMO A ACADEMIA SMARTFIT,PRÓXIMO AO CENTRO DA PENHA,PRÓXIMO AO SHOPPING DA PENHA Fundado em 1992, o empreendimento celebra a data com show cover da Marília Mendonça e apresentação “Sua Hora Vai Chegar” O Shopping Penha, localizado na zona leste de São Paulo, comemora no próximo dia 19 de outubro 30 anos de história. O empreendimento já nasceu em um lugar histórico, o centro da Penha, reconhecido como Patrimônio Histórico Cultural, com isso, é o único shopping center do Brasil a estar em um centro histórico. Em 2004 o Shopping Penha passou por expansão e modernização, assim conquistou 29,9 mil m² de área locável. Com a expansão, o empreendimento ganhou ainda mais prestígio entre os moradores e se tornou um dos principais espaços culturais no bairro, com eventos como shows, espaços infantis e programação para toda a família. As ações sociais também fazem parte da rotina do centro de compras que realiza doações de sangue, de agasalho, feiras de adoção de animais, entre outros projetos. “Nós estamos muito felizes em celebrar os 30 anos do Shopping e, principalmente, por podermos oferecer para todos do bairro da Penha um espaço de lazer para toda a família. Fazemos de tudo para criar um ambiente agradável para os visitantes, com diversas opções de lojas, alimentação e diversão. Queremos continuar a proporcionar coisas boas para a comunidade local e continuar a escrever novas histórias com todos”, ressalta Renata Barros, gerente de marketing do Shopping Penha. Para celebrar o aniversário, o Shopping Penha realiza no dia 19/10 show da artista Lorena Alexandre, cover oficial da cantora Marília Mendonça. O evento acontece às 19h, na praça de alimentação do empreendimento. No dia 20 as celebrações continuam com a apresentação lúdica “Sua Hora Vai Chegar”, que reúne cantores, bailarinos, músicos e artistas circenses, às 19h na praça de eventos do Shopping. Ambos os eventos são gratuitos. “Nós pensamos em trazer atrações para que toda a família possa comemorar conosco. Os eventos foram pensados com o objetivo de fazer com que as pessoas lembrem desse momento com carinho e para representar tudo o que temos feito nesses 30 anos”, finaliza Renata. Serviço: Comemoração aniversário 30 anos Data: 19 e 20 de outubro Horário: A partir das 19h Valor: Gratuito Onde: Shopping Penha Endereço: Rua Dr. João Ribeiro, 304 – Penha de França. Sobre o Grupo AD A AD Shopping, maior administradora independente de shopping centers do País, está presente em todas as regiões brasileiras. Seu portfólio é composto por 42 empreendimentos de diversos formatos, localizados tanto nas capitais quanto no interior. São mais de 30 anos de experiência em desenvolvimento, planejamento, comercialização e gestão de shopping centers. O Grupo AD lançou, em 2021, a AlugueON, plataforma digital de locação de lojas e merchandising, que facilita a prospecção dos locatários na obtenção do ponto comercial em sua estratégia de expansão comercial, seja em lojas, seja em quiosques ou mídia no mall,PRÓXIMO A ESCOLA BARÃO DE RAMALHO arao de Ramalho é uma escola pública em São Paulo/SP, no bairro P Franca. Oferece educação especial, ensino fundamental, ensino fundamental - anos finais 6ᵒ ao 9ᵒ e ensino médio. Localizada na Av Amador Bueno da Veiga, 604, possui aparelho dvd, cozinha, internet, láb. informática, quadra de esportes, sala da diretoria, sala de leitura, sala de professores, sanitário dentro da escola e tv. Possui dependências com acessibilidade.Saiba mais abaixo e entre em contato com Barao de Ramalho caso queira saber mais informações. Detalhes de Barao de Ramalho O que oferece Educação Especial Ensino Fundamental Ensino Fundamental - Anos Finais 6ᵒ ao 9ᵒ Ensino Médio Disciplinas: Ensino Fundamental Artes (Educação Artística, Teatro, Dança, Música, Artes Plásticas e outras) Ciências Educação Física Geografia História Língua/ Literatura Portuguesa Língua/ Literatura estrangeira - Inglês Matemática Ver mais (1) Disciplinas: Ensino Médio Artes (Educação Artística, Teatro, Dança, Música, Artes Plásticas e outras) Biologia Educação Física Estudos Sociais ou Sociologia Filosofia Física Geografia História Ver mais (6) Instalações Aparelho DVD Cozinha Internet Láb. Informática Quadra de Esportes Sala da Diretoria Sala de Leitura Sala de Professores Ver mais (2) Acessibilidade Dependências com Acessibilidade Gestão Pública Como entro em contato? Ver telefone ,PROXIMO AO CENTRO DE ATENDIMENTO SÃO GABRIEL,PRÓXIMO A PONTOS DE ÔNIBUS,FÁCIL ACESSO AO METRÔ VILA MATILDE,METRÔ PENHA é uma das estações da Linha 3–Vermelha do Metrô de São Paulo. Foi inaugurada em 31 de maio de 1986. Está localizada na Avenida Conde de Frontin, conhecida como Radial Leste, no distrito da Vila Matilde, situada a poucos metros do distrito do mesmo nome (lado norte), no qual recebe o mesmo nome. Está integrada com um Terminal de Ônibus Urbano e ligada a um amplo estacionamento para automóveis. Situa-se entre dois bairros: a Penha de França ao norte e a Vila Aricanduva ao sul. Futuramente será uma das estações da Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo. Em 2022, teve o seu nome alterado para Penha-Lojas Besni em decorrência ao contrato de patrocínio com as Lojas Besni. História Estação da Linha 3 O projeto da estação Penha do metrô surgiu na metade da década de 1970, dentro do projeto de implantação da Linha Leste-Oeste. Inicialmente era chamada de Aricanduva, por sua proximidade com o rio e complexo viário homônimos. Durante a fase de projeto, Penha foi incluída num grupo de 8 estações com projetos padronizados em 19 módulos de concreto destinados a facilitar sua implantação (vide seção características).[3] Os primeiros terrenos para a implantação da estação foram desapropriados através do Decreto Municipal Nº 14.400 de 4 de março de 1977, reforçadas pelo Decreto Municipal Nº 18.899 de 28 de julho de 1983.[4][5] Apesar das áreas serem desapropriadas desde 1977, as obras da estação (agora chamada) Penha foram iniciadas apenas em meados de 1982, dada a falta de recursos nas obras do metrô (que acabara de passar da esfera municipal para a estadual).[6] Prometidas para serem entregues em dezembro de 1984,[7] as obras da estação Penha atrasaram várias vezes e foram entregues apenas em 31 de maio de 1986 pelo governador Franco Montoro, com a presença dos ministros do Trabalho Almir Pazzianotto Pinto e Meio Ambiente Deni Lineu Schwartz. Durante a desorganizada cerimônia de inauguração ocorreu uma superlotação da estação e dos trens cerimoniais, obrigando as autoridades a dividirem o apertado espaço com a população, que deixou a estação apinhada (incluindo casos de crianças perdidas dos pais). Essa foi a primeira vez na história que um prefeito de São Paulo, no caso Jânio Quadros, não compareceu a uma cerimônia de inauguração do metrô.[8] Projeto da estação Penha, 1976. Prefeitura de São Paulo Projeto da estação Penha, 1976. Prefeitura de São Paulo Área desapropriada da futura estação Penha, 1978. Área desapropriada da futura estação Penha, 1978. Estação da Linha 2 Applications-development current.svg Este artigo ou se(c)ção trata de uma construção atualmente em andamento. A informação apresentada pode mudar com frequência. Não adicione especulações, nem texto sem referência a fontes confiáveis. Editado pela última vez em 21 de maio de 2023. Maquete eletrônica da futura estação Penha da Linha 2 do Metrô.[1] A Companhia do Metropolitano de São Paulo apresentou em meados de 2012 o projeto de expansão da Linha 2 verde rumo a Guarulhos, de forma que a linha passará pela estação Penha, que ganhará uma estação de integração, aproveitando terrenos desapropriados pelo metrô em 1983. Projetada pelas empresas BVY Arquitetos, Opus Oficina de Projetos Urbanos, Systra e Vetec Engenharia[1], as obras da estação Penha, com previsão de 35 mil m² de área construída utilizando o método de vala à céu Aberto (VCA), foram contratadas em 29 de julho de 2014 junto ao consórcio formado pelas construtoras C.R. Almeida S/A Engenharia e Obras, Ghella S.p.A. (Itália) e Consbem Construções e Comércio Ltda, pelo valor de R$ 1.856.407.514,03 (trecho Penha-Penha de França). Atualmente, as obras encontram-se em estado inicial no trecho Vila Prudente - Penha, com a assinatura da ordem de serviço em 17 de janeiro de 2020, ainda sem previsão para início das obras rumo à estação terminal Dutra, em Guarulhos.[9][10][11][12][13] Em abril de 2020 foi iniciada a montagem do canteiro de obras ao lado da estação Penha da Linha 3.[14] Características (Estação da Linha 3) Estação semi-enterrada, composta por 19 blocos de concreto pré moldado de 15 m X 12,50 m com mezanino de distribuição sobre plataforma central em superfície, estrutura em concreto aparente e cobertura espacial metálica treliçada. Possui acesso para pessoas portadoras de deficiência física através de rampas.[15] Possui capacidade de até 20 mil passageiros por dia, numa área construída de 12.170 m², sendo ,PRÓXIMO A AÇOUGUES,HORTFRUITI,FÁCIL ACESSO RADIAL LESTE,FÁCOL ACESSO AO AEROPORTO DE GUARULHOS Um dos principais HUBs da América Latina, o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, foi inaugurado em 20 de janeiro de 1985. Em 1989, iniciou a operação da segunda pista, com 3,7 mil metros de extensão. Quatro anos mais tarde, em 1993, concluiu a primeira expansão com a abertura do Terminal 2. Em 2001, passou a ser chamado de Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos - Governador André Franco Montoro. No ano de 2004, foi concluída a modernização da torre de controle. Já em 2012, foi inaugurado o Terminal 4, hoje chamado de Terminal 1. E em 6 de fevereiro do mesmo ano foi concedido à iniciativa privada. O consórcio formado pelas empresas Invepar e ACSA (Airports Company South Africa) foi anunciado como vencedor do leilão de concessão. O contrato foi assinado em junho de 2012 por um período de 20 anos, formando a Concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos S.A., que responde por 51% da participação acionária, e se soma aos 49% da estatal Infraero. Durante o período de transferência operacional, em 15 de novembro de 2012, o aeroporto ganhou uma nova marca: GRU Airport – Aeroporto Internacional de São Paulo. Em 2014, inaugurou o moderno Terminal 3, com 192 mil metros quadrados, construído em tempo recorde: 1 ano e 9 meses de obra. Em novembro de 2015, os terminais foram renumerados e os antigos terminais 1 e 2 foram unificados, tornando-se o atual terminal 2 e o antigo terminal 4 o atual terminal 1, melhorando a lógica de organização dos terminais e facilitando o deslocamento dos usuários no GRU Airport. Destinos internacionais a partir do GRU Airport GRU AIRPORT EM NÚMEROS ILS (Instrument Landing System): Categoria III-A Horas de operação: 24 horas em todos os terminais Área total do aeroporto (cerca patrimonial): 11.905.056,52 m2 Área total do aeroporto (cerca operacional): 5.883.000 m2 Área total de pátio: 975.513,18 m2 Pistas de pouso / decolagem: 301.500 m² - 10R/28L com 3.000 m x 45 m e 10L/28R com 3.700 m x 45 m, homologada para operação de aeronaves de Código F (A380) Taxiways: 485.632,1 m² Slots disponíveis por hora: 60 Posições de estacionamento para aeronaves: 115 posições (considerando o mix de aeronaves possível, conforme a declaração de capacidade); Pontes de embarque: 51 Tipos de aeronave: Códigos A, B, C, D, E e F (incluindo 747-800 e A380) Coordenação das posições: ATA level 2 Airport Balcões de check-in: 320 e mais 48 balcões de recheck-in; Terminal 1: 34 Terminal 2: 186 Terminal 3: 100 Portões de embarque: 95 Terminal 1: 11 Terminal 2: oeste 29/ leste 23/ total 52 Terminal 3: 32 Confira as prinicipais entregas do GRU Airport, desde que assumiu a administração do aeroporto em fevereiro de 2013. Fevereiro/2013Maio/2013Julho/2013Agosto/2013Outubro/2013Março/2014Abril/2014Maio/2014Maio/2014Junho/2014Fevereiro/2015Junho/2015Agosto/2015Outubro/2015Outubro/2015Novembro/2015Dezembro/2015Janeiro/2016 Panther GRU Airport recebeu seu primeiro Panther, caminhão de combate a incêndios, utilizado nos maiores aeroportos do mundo. Fomos o primeiro aeroporto no Brasil a importar um Panther. Em abril de 2014 recebemos o segundo caminhão 6x6, reforçando ainda mais nossa cultura de segurançaSão Paulo - SPAPARTAMENTO EXCELENTE ´SEMI MOBILIADO COM 42M²,COM 2 DORMITÓRIOS,1 SALA, 1 BANHEIRO,1 LAVANDERIA,COM ÓTIMA LOCALIZAÇÃO,PRÓXIMO A PADARIA REQUINTE,AO MERCADO COBAL,PRÓXIMO A ACADEMIA SMARTFIT,PRÓXIMO AO CENTRO DA PENHA,PRÓXIMO AO SHOPPING DA PENHA Fundado em 1992, o empreendimento celebra a data com show cover da Marília Mendonça e apresentação “Sua Hora Vai Chegar” O Shopping Penha, localizado na zona leste de São Paulo, comemora no próximo dia 19 de outubro 30 anos de história. O empreendimento já nasceu em um lugar histórico, o centro da Penha, reconhecido como Patrimônio Histórico Cultural, com isso, é o único shopping center do Brasil a estar em um centro histórico. Em 2004 o Shopping Penha passou por expansão e modernização, assim conquistou 29,9 mil m² de área locável. Com a expansão, o empreendimento ganhou ainda mais prestígio entre os moradores e se tornou um dos principais espaços culturais no bairro, com eventos como shows, espaços infantis e programação para toda a família. As ações sociais também fazem parte da rotina do centro de compras que realiza doações de sangue, de agasalho, feiras de adoção de animais, entre outros projetos. “Nós estamos muito felizes em celebrar os 30 anos do Shopping e, principalmente, por podermos oferecer para todos do bairro da Penha um espaço de lazer para toda a família. Fazemos de tudo para criar um ambiente agradável para os visitantes, com diversas opções de lojas, alimentação e diversão. Queremos continuar a proporcionar coisas boas para a comunidade local e continuar a escrever novas histórias com todos”, ressalta Renata Barros, gerente de marketing do Shopping Penha. Para celebrar o aniversário, o Shopping Penha realiza no dia 19/10 show da artista Lorena Alexandre, cover oficial da cantora Marília Mendonça. O evento acontece às 19h, na praça de alimentação do empreendimento. No dia 20 as celebrações continuam com a apresentação lúdica “Sua Hora Vai Chegar”, que reúne cantores, bailarinos, músicos e artistas circenses, às 19h na praça de eventos do Shopping. Ambos os eventos são gratuitos. “Nós pensamos em trazer atrações para que toda a família possa comemorar conosco. Os eventos foram pensados com o objetivo de fazer com que as pessoas lembrem desse momento com carinho e para representar tudo o que temos feito nesses 30 anos”, finaliza Renata. Serviço: Comemoração aniversário 30 anos Data: 19 e 20 de outubro Horário: A partir das 19h Valor: Gratuito Onde: Shopping Penha Endereço: Rua Dr. João Ribeiro, 304 – Penha de França. Sobre o Grupo AD A AD Shopping, maior administradora independente de shopping centers do País, está presente em todas as regiões brasileiras. Seu portfólio é composto por 42 empreendimentos de diversos formatos, localizados tanto nas capitais quanto no interior. São mais de 30 anos de experiência em desenvolvimento, planejamento, comercialização e gestão de shopping centers. O Grupo AD lançou, em 2021, a AlugueON, plataforma digital de locação de lojas e merchandising, que facilita a prospecção dos locatários na obtenção do ponto comercial em sua estratégia de expansão comercial, seja em lojas, seja em quiosques ou mídia no mall,PRÓXIMO A ESCOLA BARÃO DE RAMALHO arao de Ramalho é uma escola pública em São Paulo/SP, no bairro P Franca. Oferece educação especial, ensino fundamental, ensino fundamental - anos finais 6ᵒ ao 9ᵒ e ensino médio. Localizada na Av Amador Bueno da Veiga, 604, possui aparelho dvd, cozinha, internet, láb. informática, quadra de esportes, sala da diretoria, sala de leitura, sala de professores, sanitário dentro da escola e tv. Possui dependências com acessibilidade.Saiba mais abaixo e entre em contato com Barao de Ramalho caso queira saber mais informações. Detalhes de Barao de Ramalho O que oferece Educação Especial Ensino Fundamental Ensino Fundamental - Anos Finais 6ᵒ ao 9ᵒ Ensino Médio Disciplinas: Ensino Fundamental Artes (Educação Artística, Teatro, Dança, Música, Artes Plásticas e outras) Ciências Educação Física Geografia História Língua/ Literatura Portuguesa Língua/ Literatura estrangeira - Inglês Matemática Ver mais (1) Disciplinas: Ensino Médio Artes (Educação Artística, Teatro, Dança, Música, Artes Plásticas e outras) Biologia Educação Física Estudos Sociais ou Sociologia Filosofia Física Geografia História Ver mais (6) Instalações Aparelho DVD Cozinha Internet Láb. Informática Quadra de Esportes Sala da Diretoria Sala de Leitura Sala de Professores Ver mais (2) Acessibilidade Dependências com Acessibilidade Gestão Pública Como entro em contato? Ver telefone ,PROXIMO AO CENTRO DE ATENDIMENTO SÃO GABRIEL,PRÓXIMO A PONTOS DE ÔNIBUS,FÁCIL ACESSO AO METRÔ VILA MATILDE,METRÔ PENHA é uma das estações da Linha 3–Vermelha do Metrô de São Paulo. Foi inaugurada em 31 de maio de 1986. Está localizada na Avenida Conde de Frontin, conhecida como Radial Leste, no distrito da Vila Matilde, situada a poucos metros do distrito do mesmo nome (lado norte), no qual recebe o mesmo nome. Está integrada com um Terminal de Ônibus Urbano e ligada a um amplo estacionamento para automóveis. Situa-se entre dois bairros: a Penha de França ao norte e a Vila Aricanduva ao sul. Futuramente será uma das estações da Linha 2-Verde do Metrô de São Paulo. Em 2022, teve o seu nome alterado para Penha-Lojas Besni em decorrência ao contrato de patrocínio com as Lojas Besni. História Estação da Linha 3 O projeto da estação Penha do metrô surgiu na metade da década de 1970, dentro do projeto de implantação da Linha Leste-Oeste. Inicialmente era chamada de Aricanduva, por sua proximidade com o rio e complexo viário homônimos. Durante a fase de projeto, Penha foi incluída num grupo de 8 estações com projetos padronizados em 19 módulos de concreto destinados a facilitar sua implantação (vide seção características).[3] Os primeiros terrenos para a implantação da estação foram desapropriados através do Decreto Municipal Nº 14.400 de 4 de março de 1977, reforçadas pelo Decreto Municipal Nº 18.899 de 28 de julho de 1983.[4][5] Apesar das áreas serem desapropriadas desde 1977, as obras da estação (agora chamada) Penha foram iniciadas apenas em meados de 1982, dada a falta de recursos nas obras do metrô (que acabara de passar da esfera municipal para a estadual).[6] Prometidas para serem entregues em dezembro de 1984,[7] as obras da estação Penha atrasaram várias vezes e foram entregues apenas em 31 de maio de 1986 pelo governador Franco Montoro, com a presença dos ministros do Trabalho Almir Pazzianotto Pinto e Meio Ambiente Deni Lineu Schwartz. Durante a desorganizada cerimônia de inauguração ocorreu uma superlotação da estação e dos trens cerimoniais, obrigando as autoridades a dividirem o apertado espaço com a população, que deixou a estação apinhada (incluindo casos de crianças perdidas dos pais). Essa foi a primeira vez na história que um prefeito de São Paulo, no caso Jânio Quadros, não compareceu a uma cerimônia de inauguração do metrô.[8] Projeto da estação Penha, 1976. Prefeitura de São Paulo Projeto da estação Penha, 1976. Prefeitura de São Paulo Área desapropriada da futura estação Penha, 1978. Área desapropriada da futura estação Penha, 1978. Estação da Linha 2 Applications-development current.svg Este artigo ou se(c)ção trata de uma construção atualmente em andamento. A informação apresentada pode mudar com frequência. Não adicione especulações, nem texto sem referência a fontes confiáveis. Editado pela última vez em 21 de maio de 2023. Maquete eletrônica da futura estação Penha da Linha 2 do Metrô.[1] A Companhia do Metropolitano de São Paulo apresentou em meados de 2012 o projeto de expansão da Linha 2 verde rumo a Guarulhos, de forma que a linha passará pela estação Penha, que ganhará uma estação de integração, aproveitando terrenos desapropriados pelo metrô em 1983. Projetada pelas empresas BVY Arquitetos, Opus Oficina de Projetos Urbanos, Systra e Vetec Engenharia[1], as obras da estação Penha, com previsão de 35 mil m² de área construída utilizando o método de vala à céu Aberto (VCA), foram contratadas em 29 de julho de 2014 junto ao consórcio formado pelas construtoras C.R. Almeida S/A Engenharia e Obras, Ghella S.p.A. (Itália) e Consbem Construções e Comércio Ltda, pelo valor de R$ 1.856.407.514,03 (trecho Penha-Penha de França). Atualmente, as obras encontram-se em estado inicial no trecho Vila Prudente - Penha, com a assinatura da ordem de serviço em 17 de janeiro de 2020, ainda sem previsão para início das obras rumo à estação terminal Dutra, em Guarulhos.[9][10][11][12][13] Em abril de 2020 foi iniciada a montagem do canteiro de obras ao lado da estação Penha da Linha 3.[14] Características (Estação da Linha 3) Estação semi-enterrada, composta por 19 blocos de concreto pré moldado de 15 m X 12,50 m com mezanino de distribuição sobre plataforma central em superfície, estrutura em concreto aparente e cobertura espacial metálica treliçada. Possui acesso para pessoas portadoras de deficiência física através de rampas.[15] Possui capacidade de até 20 mil passageiros por dia, numa área construída de 12.170 m², sendo ,PRÓXIMO A AÇOUGUES,HORTFRUITI,FÁCIL ACESSO RADIAL LESTE,FÁCOL ACESSO AO AEROPORTO DE GUARULHOS Um dos principais HUBs da América Latina, o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, foi inaugurado em 20 de janeiro de 1985. Em 1989, iniciou a operação da segunda pista, com 3,7 mil metros de extensão. Quatro anos mais tarde, em 1993, concluiu a primeira expansão com a abertura do Terminal 2. Em 2001, passou a ser chamado de Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos - Governador André Franco Montoro. No ano de 2004, foi concluída a modernização da torre de controle. Já em 2012, foi inaugurado o Terminal 4, hoje chamado de Terminal 1. E em 6 de fevereiro do mesmo ano foi concedido à iniciativa privada. O consórcio formado pelas empresas Invepar e ACSA (Airports Company South Africa) foi anunciado como vencedor do leilão de concessão. O contrato foi assinado em junho de 2012 por um período de 20 anos, formando a Concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos S.A., que responde por 51% da participação acionária, e se soma aos 49% da estatal Infraero. Durante o período de transferência operacional, em 15 de novembro de 2012, o aeroporto ganhou uma nova marca: GRU Airport – Aeroporto Internacional de São Paulo. Em 2014, inaugurou o moderno Terminal 3, com 192 mil metros quadrados, construído em tempo recorde: 1 ano e 9 meses de obra. Em novembro de 2015, os terminais foram renumerados e os antigos terminais 1 e 2 foram unificados, tornando-se o atual terminal 2 e o antigo terminal 4 o atual terminal 1, melhorando a lógica de organização dos terminais e facilitando o deslocamento dos usuários no GRU Airport. Destinos internacionais a partir do GRU Airport GRU AIRPORT EM NÚMEROS ILS (Instrument Landing System): Categoria III-A Horas de operação: 24 horas em todos os terminais Área total do aeroporto (cerca patrimonial): 11.905.056,52 m2 Área total do aeroporto (cerca operacional): 5.883.000 m2 Área total de pátio: 975.513,18 m2 Pistas de pouso / decolagem: 301.500 m² - 10R/28L com 3.000 m x 45 m e 10L/28R com 3.700 m x 45 m, homologada para operação de aeronaves de Código F (A380) Taxiways: 485.632,1 m² Slots disponíveis por hora: 60 Posições de estacionamento para aeronaves: 115 posições (considerando o mix de aeronaves possível, conforme a declaração de capacidade); Pontes de embarque: 51 Tipos de aeronave: Códigos A, B, C, D, E e F (incluindo 747-800 e A380) Coordenação das posições: ATA level 2 Airport Balcões de check-in: 320 e mais 48 balcões de recheck-in; Terminal 1: 34 Terminal 2: 186 Terminal 3: 100 Portões de embarque: 95 Terminal 1: 11 Terminal 2: oeste 29/ leste 23/ total 52 Terminal 3: 32 Confira as prinicipais entregas do GRU Airport, desde que assumiu a administração do aeroporto em fevereiro de 2013. Fevereiro/2013Maio/2013Julho/2013Agosto/2013Outubro/2013Março/2014Abril/2014Maio/2014Maio/2014Junho/2014Fevereiro/2015Junho/2015Agosto/2015Outubro/2015Outubro/2015Novembro/2015Dezembro/2015Janeiro/2016 Panther GRU Airport recebeu seu primeiro Panther, caminhão de combate a incêndios, utilizado nos maiores aeroportos do mundo. Fomos o primeiro aeroporto no Brasil a importar um Panther. Em abril de 2014 recebemos o segundo caminhão 6x6, reforçando ainda mais nossa cultura de segurança
Rua Gustavo de Godoi, 85 - GuaiaúnaApartamento à venda, Guaiaúna, São Paulo, SP, 46M2, 2 dormitórios, sala, cozinha, banheiro, lavanderia e 1 vaga de garagem. Ótima localização, próximo à estação de metrô Penha. História do Bairro da Penha: Penha é um distrito na Zona Leste de São Paulo, conhecido pelos vários templos de diversas religiões, sobretudo católicos. A arquitetura da região chama a atenção de quem passa pelos bairros próximos à porção central do distrito: é possível ver de construções típicas do século XIX a construções modernas. A constante procura por residências na região fez com que ela se tornasse cada vez mais valorizada e, junto aos bairros do Tatuapé, Jardim Anália Franco, Vila Carrão, Mooca e Vila Prudente (distrito de São Paulo), compõe um conjunto de bairros da Zona Leste com IDH elevado e uma razoável infraestrutura. A Penha é um dos distritos mais antigos do município de São Paulo. A primeira referência oficial a localidade é uma petição em que o licenciado Mateus Nunes de Siqueira obteve uma sesmaria do capitão-mor Agostinho de Figueiredo, a 5 de setembro de 1668. No ano de 1682, o o padre Jacinto Nunes, filho ou irmão do licenciado, aparece como proprietário e protetor da Nossa Senhora da Penha de França. Seu testamento diz que a dotou com bens e raizes, conforme consta em seu testamento aberto de fevereiro de 1684. Vista bairro Penha de França. A origem da localidade está ligada intrinsecamente à religiosidade, pois seu nascimento se confunde com uma lenda que faz parte da história da fundação do local. Conta-se que um francês, católico devoto, seguia viagem de São Paulo ao Rio de Janeiro carregando consigo uma imagem de Nossa Senhora. Durante a caminhada ele pernoitou no alto de uma colina ainda sem nome (penha significa penhasco, rocha, rochedo), e no dia seguinte retomou seu trajeto até dar por falta da imagem. Assustado, tratou de retornar pelo mesmo caminho e encontrou a estátua no alto da colina. No dia seguinte a estátua sumiu novamente durante o sono do viajante, que entristecido, retornou e encontrou novamente a estátua no alto da colina, o que foi interpretado pelo francês como vontade da santa, que havia escolhido o local para se estabelecer. A Igreja de Nossa Senhora da Penha foi finalizada em 1667; foi em torno dela que cresceu o povoamento do distrito. Um século depois, em 26 de março de 1796, a região foi promovida a Paróquia de Nossa Senhora da Penha de França; junto com a Paróquia de Nossa Senhora do Ó, foram as duas primeiras paróquias desmembradas da Sé. Mais tarde, a paróquia tornou-se freguesia. No século XVII, a região era passagem obrigatória para os viajantes que se deslocavam entre São Paulo, Vale do Paraíba e Rio de Janeiro.São Paulo - SPApartamento à venda, Guaiaúna, São Paulo, SP, 46M2, 2 dormitórios, sala, cozinha, banheiro, lavanderia e 1 vaga de garagem. Ótima localização, próximo à estação de metrô Penha. História do Bairro da Penha: Penha é um distrito na Zona Leste de São Paulo, conhecido pelos vários templos de diversas religiões, sobretudo católicos. A arquitetura da região chama a atenção de quem passa pelos bairros próximos à porção central do distrito: é possível ver de construções típicas do século XIX a construções modernas. A constante procura por residências na região fez com que ela se tornasse cada vez mais valorizada e, junto aos bairros do Tatuapé, Jardim Anália Franco, Vila Carrão, Mooca e Vila Prudente (distrito de São Paulo), compõe um conjunto de bairros da Zona Leste com IDH elevado e uma razoável infraestrutura. A Penha é um dos distritos mais antigos do município de São Paulo. A primeira referência oficial a localidade é uma petição em que o licenciado Mateus Nunes de Siqueira obteve uma sesmaria do capitão-mor Agostinho de Figueiredo, a 5 de setembro de 1668. No ano de 1682, o o padre Jacinto Nunes, filho ou irmão do licenciado, aparece como proprietário e protetor da Nossa Senhora da Penha de França. Seu testamento diz que a dotou com bens e raizes, conforme consta em seu testamento aberto de fevereiro de 1684. Vista bairro Penha de França. A origem da localidade está ligada intrinsecamente à religiosidade, pois seu nascimento se confunde com uma lenda que faz parte da história da fundação do local. Conta-se que um francês, católico devoto, seguia viagem de São Paulo ao Rio de Janeiro carregando consigo uma imagem de Nossa Senhora. Durante a caminhada ele pernoitou no alto de uma colina ainda sem nome (penha significa penhasco, rocha, rochedo), e no dia seguinte retomou seu trajeto até dar por falta da imagem. Assustado, tratou de retornar pelo mesmo caminho e encontrou a estátua no alto da colina. No dia seguinte a estátua sumiu novamente durante o sono do viajante, que entristecido, retornou e encontrou novamente a estátua no alto da colina, o que foi interpretado pelo francês como vontade da santa, que havia escolhido o local para se estabelecer. A Igreja de Nossa Senhora da Penha foi finalizada em 1667; foi em torno dela que cresceu o povoamento do distrito. Um século depois, em 26 de março de 1796, a região foi promovida a Paróquia de Nossa Senhora da Penha de França; junto com a Paróquia de Nossa Senhora do Ó, foram as duas primeiras paróquias desmembradas da Sé. Mais tarde, a paróquia tornou-se freguesia. No século XVII, a região era passagem obrigatória para os viajantes que se deslocavam entre São Paulo, Vale do Paraíba e Rio de Janeiro.
Rua Caquito, 274 - Vila São GeraldoEXCELENTE E ACONCHEGANTE APARTAMENTO DE 70 M² À VENDA NA VILA SÃO GERALDO, EM UMA ÓTIMA LOCALIZAÇÃO, AO LADO DE SHOPPING E COLEGIO. SEGUE AS INFORMAÇÕES DO IMÓVEL: - COZINHA - SALA - 2 DORMITÓRIOS - 1 BANHEIRO - 1 VAGA - 70 M² INFORMAÇÕES SOBRE O CONDOMÍNIO: - QUADRA - PARQUINHO - SÃO DE FESTAS PROXIMO DE: - TERMINAL PENHA - COLÉGIO ESTADUAL NOSSA SENHORA DA PENHA - MOVIECON PENHA - SHOPPING CENTER PENHA - COLÉGIO OBJETIVO PENHA - ETEC PROFESSOR APRÍGIO GONZAGA CONHEÇA A HISTÓRIA DO BAIRRO: Surgido oficialmente em 1º de janeiro de 1952, tem como ponto de referência a praça São Geraldo. A ocupação da área atual do bairro remonta a década de 50, quando a Prefeitura realizava obras de captação de água no local[2] e o terreno foi loteado pela construtora Giffoni & Cia sob a denominação de Vila Mariana de Abreu. A vila compreendia a área entre as antigas estações ferroviárias do Horto Florestal e de Freitas. A partir do decreto 3.049 de 22 de abril de 1977, a vila passou a ser denominada Bairro Mariano de Abreu. Posteriormente, tornou-se oficialmente Bairro São Geraldo em referência ao santuário localizado na praça do bairro. Este grupo tem como regra a proibição de conteúdos de propaganda comercial ou politica, discussões sobre futebol ou questões religiosas. Divulgações como venda de itens domésticos, locações e vendas de imóvel ou qualquer outro item pessoal ou prestações de serviços mediante aprovação do moderador. Será autorizada divulgações culturais em benefício da comunidade. CONHEÇA A HISTORIA DA ZONA ONDE ESSE BAIRRO É LOCALIZADO: Zona Leste de São Paulo A Zona Leste de São Paulo é genericamente a área do município brasileiro de São Paulo situada a leste do rio Tamanduateí. Embora não exista uma lei definindo claramente os limites da Zona Leste, a maioria dos órgãos públicos e privados concordam em incluir na região as subprefeituras da Penha, Ermelino Matarazzo, São Miguel Paulista, Itaim Paulista, Guaianases, Itaquera, Cidade Tiradentes, São Mateus e Subprefeitura de Aricanduva/Formosa/Carrão. Na maioria das vezes também é incluída a Subprefeitura da Mooca (parte também do Centro Expandido) e as subprefeituras de Vila Prudente e Sapopemba e a Subprefeitura do Ipiranga. Oficialmente porém, definem-se as seguintes zonas: Zona Leste 1 de São Paulo Zona Leste 2 de São Paulo Zona Sudeste de São Paulo História A região onde hoje é a zona leste fora ocupada por tribos indígenas, como a guaianá, que formou a Aldeia Ururaí em 1580. Os colonizadores portugueses que buscavam rumos para o oeste sofriam constantes e violentos ataques indígenas pelo caminho por terra. Então os rios Tietê, Tamanduateí, Aricanduva e seus afluentes tiveram um importante papel nas bandeiras. Estas utilizavam as vias fluviais para garantir segurança e maior rapidez. Pouco a pouco, as localidades banhadas por esses rios, áreas distantes do Centro Histórico de São Paulo, foram povoadas, exemplo de: Mooca, Tatuapé e São Miguel Paulista.[1] Na última, o primeiro núcleo populacional da zona, houve a fundação da primeira igreja por meio dos jesuítas no ano de 1622, sendo estabelecida a Capela de São Miguel Arcanjo. Com o passar dos anos, a região ganhou importância, pois fazia a ligação de São Paulo e Rio de Janeiro.[1] O município de São Paulo expandia-se, e seus territórios mais distantes tornavam-se propriedades rurais. Vilas eram criadas ao redor de igrejas, sendo assim criados novos bairros, como a Penha.[1] No final do século XIX, o município industrializa-se e as antigas propriedades rurais são substituídas por indústrias e bairros proletários, caso de Vila Matilde e Vila Formosa. Houve, também, uma extensão da malha ferroviária paulistana, que escoava as mercadorias.[1] Através da imigração, a população multiplicou-se descontroladamente e os bairros operários passaram a sofrer marginalização, por serem desprovidos de infraestrutura. Os imigrantes vindos predominantemente da Itália, Espanha, Japão, Síria e Líbano estabeleceram tradições de suas culturas em seus bairros, forte exemplo da Festa de San Gennaro e Clube Atlético Juventus na Mooca. Na Vila Zelina, Vila Alpina e Vila Bela, região da Vila Prudente, há forte influência de povos eslavos.[2] As fábricas existentes, primeiramente produtoras de tecidos e alimentos, são gradativamente substituídas pela indústria pesada e construção civil. As mesmas passam a exigir grande quantidade de mão de obra. A imigração diminuía a cada ano, e começou a haver a atração de milhões de migrantes oriundos da Região Nordeste do Brasil.[2] As regiões periféricas recebiam novos moradores, que, por falta de fiscalização do Governo, construíam suas moradias em áreas sem infraestrutura, saneamento básico, eletricidade, dentre outros aspectos. Surgiram, então, os bolsões de pobreza vistos na maioria dos distritos das regiões Leste 1 e 2. Aliado à decadência da indústria paulistana, a zona enfrenta inúmeros problemas, fazendo com que registre a pior renda média familiar e a menor concentração de atividade econômica, sendo uma das mais pobres do município.[1] Na cultura popular Na Zona Leste, a presença da sede oficial do clube de futebol Corinthians no bairro do Tatuapé e a Arena Corinthians em Itaquera, ambos bairros da Zona Leste, é um dos principais motivos da forte identificação de grande parte dos moradores da região com a instituição e fazem com que haja uma forte ligação, entre os moradores da Zona Leste os torcedores da equipe paulista. Outro clube conhecido do futebol paulista, que tem a sua sede social e o seu estádio situado na Zona Leste, é o Juventus da Mooca. Na linguagem coloquial, a Zona Leste é frequentemente designada pela sigla ZL. Regiões Zona Leste 1 A Região Leste Um de São Paulo é uma região administrativa estabelecida pela prefeitura de São Paulo englobando as subprefeituras da Penha, de Ermelino Matarazzo, de Itaquera e de São Mateus.[3] De acordo com o censo de 2000, tem uma população de 1 552 070 habitantes e renda média por habitante de 875,90 reais.[4] É uma região diversificada, tanto comercial, quanto residencial, que está em desenvolvimento, a qual está passando por processos de urbanização e regularização de áreas risco (favelas), canalização de córregos e do rio Aricanduva, além da verticalização. Zona Leste 2 A Região Leste Dois de São Paulo é uma região administrativa estabelecida pela prefeitura de São Paulo englobando as subprefeituras do Itaim Paulista, de Guaianases, de São Miguel Paulista e da Cidade Tiradentes. De acordo com o censo de 2000, tem uma população de 1 169 815 habitantes e renda média por habitante de 625,26 reais.[4] É a região com renda per capita mais baixa do município, com pior infraestrutura, com a maior incidência de pobreza (63,9% da população) e com o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Zona Sudeste A Região Sudeste de São Paulo é uma região administrativa estabelecida pela prefeitura de São Paulo englobando as subprefeituras da Mooca, de Aricanduva, de Sapopemba, de Vila Prudente e do Ipiranga. Forma, com as Zonas Leste Um e Dois, a macro-zona conhecida simplesmente como Zona Leste, à exceção da subprefeitura do Ipiranga.[5] De acordo com o censo de 2000, tem uma população de 1 522 997 habitantes e renda média por habitante de 2 441,40 reais.[6] É a região mais desenvolvida da Zona Leste do município, com melhor urbanização, verticalização, infraestrutura, e bairros nobres, como o Jardim Avelino. Perfil social, econômico e de infraestrutura Popularmente, a Zona Leste é vista como a "periferia de São Paulo"[7] algo que não faz mais sentido com a região, que nos últimos anos, tem tido uma mudança de perfil econômico em vários distritos, principalmente os mais próximos do centro[8], como exemplo os distritos de: Água Rasa, Belém, Carrão, Mooca, Tatuapé, Vila Formosa, Vila Prudente e parcialmente os distritos de Aricanduva, Penha, São Lucas e Vila Matilde. Esses distritos, formam uma "fronteira social" fazendo a Zona Leste se dividir entre os distritos com maior infra-estrutura, e com os menos desenvolvidos. Já os distritos da Zona Leste mais distantes do centro, é comum serem chamados de "Periferia da Zona Leste" algo que já faz mais sentido, mas apesar disso, ainda não é possível saber a real desigualdade da Zona Leste[9], já que mesmo nos distritos que são realmente periféricos, é possível encontrar bairros de classe média.[10] De acordo com ArchDaily, 10 dos 20 distritos com pior IDH de São Paulo estão na região,[11] enquanto somente o distrito do Tatuapé está entre os 20 melhores. Quatro dos cinco distritos com média salarial mais baixa também estão na região (Lajeado, Guaianases, Jardim Helena, e Artur Alvim).[12] A Zona Leste também é a região menos arborizada da cidade, com uma cobertura vegetal de apenas 11%[13] enquanto detém um terço da população paulistana. Apesar disso também é a região onde se localiza o Parque do Carmo, o maior do município de São Paulo, além do Parque Ecológico do Tietê. Em termos de infraestrutura, a região é atendida pelas linhas 3 e 15 do Metrô de São Paulo e pelas linhas 11, 12 e 13 da CPTM. Dois dos mais importantes eixos de desenvolvimento da região são o Jardim Anália Franco, localizado no distrito de Vila Formosa, e o recente Eixo Platina, no Tatuapé, onde está localizado o edifício mais alto de São Paulo (Platina 220). A região sedia a Escola de Artes Ciências e Humanidades da USP (EACH/USP) e o Instituto das Cidades da Universidade Federal de São Paulo (IC/UNIFESP). Divisão geográfica Na divisão geográfica do município, chama-se "região leste" à área 4, compreendida entre a Av. Sapopemba, a Radial Leste, a Av. Salim Farah Maluf e o limite do município. Esta região é representada pelas cores vermelha (Zona Leste), amarela (Zona Nordeste) e verde (Zona Sudeste) nas placas de rua e nos ônibus e microônibus urbanos que circulam na região.São Paulo - SPEXCELENTE E ACONCHEGANTE APARTAMENTO DE 70 M² À VENDA NA VILA SÃO GERALDO, EM UMA ÓTIMA LOCALIZAÇÃO, AO LADO DE SHOPPING E COLEGIO. SEGUE AS INFORMAÇÕES DO IMÓVEL: - COZINHA - SALA - 2 DORMITÓRIOS - 1 BANHEIRO - 1 VAGA - 70 M² INFORMAÇÕES SOBRE O CONDOMÍNIO: - QUADRA - PARQUINHO - SÃO DE FESTAS PROXIMO DE: - TERMINAL PENHA - COLÉGIO ESTADUAL NOSSA SENHORA DA PENHA - MOVIECON PENHA - SHOPPING CENTER PENHA - COLÉGIO OBJETIVO PENHA - ETEC PROFESSOR APRÍGIO GONZAGA CONHEÇA A HISTÓRIA DO BAIRRO: Surgido oficialmente em 1º de janeiro de 1952, tem como ponto de referência a praça São Geraldo. A ocupação da área atual do bairro remonta a década de 50, quando a Prefeitura realizava obras de captação de água no local[2] e o terreno foi loteado pela construtora Giffoni & Cia sob a denominação de Vila Mariana de Abreu. A vila compreendia a área entre as antigas estações ferroviárias do Horto Florestal e de Freitas. A partir do decreto 3.049 de 22 de abril de 1977, a vila passou a ser denominada Bairro Mariano de Abreu. Posteriormente, tornou-se oficialmente Bairro São Geraldo em referência ao santuário localizado na praça do bairro. Este grupo tem como regra a proibição de conteúdos de propaganda comercial ou politica, discussões sobre futebol ou questões religiosas. Divulgações como venda de itens domésticos, locações e vendas de imóvel ou qualquer outro item pessoal ou prestações de serviços mediante aprovação do moderador. Será autorizada divulgações culturais em benefício da comunidade. CONHEÇA A HISTORIA DA ZONA ONDE ESSE BAIRRO É LOCALIZADO: Zona Leste de São Paulo A Zona Leste de São Paulo é genericamente a área do município brasileiro de São Paulo situada a leste do rio Tamanduateí. Embora não exista uma lei definindo claramente os limites da Zona Leste, a maioria dos órgãos públicos e privados concordam em incluir na região as subprefeituras da Penha, Ermelino Matarazzo, São Miguel Paulista, Itaim Paulista, Guaianases, Itaquera, Cidade Tiradentes, São Mateus e Subprefeitura de Aricanduva/Formosa/Carrão. Na maioria das vezes também é incluída a Subprefeitura da Mooca (parte também do Centro Expandido) e as subprefeituras de Vila Prudente e Sapopemba e a Subprefeitura do Ipiranga. Oficialmente porém, definem-se as seguintes zonas: Zona Leste 1 de São Paulo Zona Leste 2 de São Paulo Zona Sudeste de São Paulo História A região onde hoje é a zona leste fora ocupada por tribos indígenas, como a guaianá, que formou a Aldeia Ururaí em 1580. Os colonizadores portugueses que buscavam rumos para o oeste sofriam constantes e violentos ataques indígenas pelo caminho por terra. Então os rios Tietê, Tamanduateí, Aricanduva e seus afluentes tiveram um importante papel nas bandeiras. Estas utilizavam as vias fluviais para garantir segurança e maior rapidez. Pouco a pouco, as localidades banhadas por esses rios, áreas distantes do Centro Histórico de São Paulo, foram povoadas, exemplo de: Mooca, Tatuapé e São Miguel Paulista.[1] Na última, o primeiro núcleo populacional da zona, houve a fundação da primeira igreja por meio dos jesuítas no ano de 1622, sendo estabelecida a Capela de São Miguel Arcanjo. Com o passar dos anos, a região ganhou importância, pois fazia a ligação de São Paulo e Rio de Janeiro.[1] O município de São Paulo expandia-se, e seus territórios mais distantes tornavam-se propriedades rurais. Vilas eram criadas ao redor de igrejas, sendo assim criados novos bairros, como a Penha.[1] No final do século XIX, o município industrializa-se e as antigas propriedades rurais são substituídas por indústrias e bairros proletários, caso de Vila Matilde e Vila Formosa. Houve, também, uma extensão da malha ferroviária paulistana, que escoava as mercadorias.[1] Através da imigração, a população multiplicou-se descontroladamente e os bairros operários passaram a sofrer marginalização, por serem desprovidos de infraestrutura. Os imigrantes vindos predominantemente da Itália, Espanha, Japão, Síria e Líbano estabeleceram tradições de suas culturas em seus bairros, forte exemplo da Festa de San Gennaro e Clube Atlético Juventus na Mooca. Na Vila Zelina, Vila Alpina e Vila Bela, região da Vila Prudente, há forte influência de povos eslavos.[2] As fábricas existentes, primeiramente produtoras de tecidos e alimentos, são gradativamente substituídas pela indústria pesada e construção civil. As mesmas passam a exigir grande quantidade de mão de obra. A imigração diminuía a cada ano, e começou a haver a atração de milhões de migrantes oriundos da Região Nordeste do Brasil.[2] As regiões periféricas recebiam novos moradores, que, por falta de fiscalização do Governo, construíam suas moradias em áreas sem infraestrutura, saneamento básico, eletricidade, dentre outros aspectos. Surgiram, então, os bolsões de pobreza vistos na maioria dos distritos das regiões Leste 1 e 2. Aliado à decadência da indústria paulistana, a zona enfrenta inúmeros problemas, fazendo com que registre a pior renda média familiar e a menor concentração de atividade econômica, sendo uma das mais pobres do município.[1] Na cultura popular Na Zona Leste, a presença da sede oficial do clube de futebol Corinthians no bairro do Tatuapé e a Arena Corinthians em Itaquera, ambos bairros da Zona Leste, é um dos principais motivos da forte identificação de grande parte dos moradores da região com a instituição e fazem com que haja uma forte ligação, entre os moradores da Zona Leste os torcedores da equipe paulista. Outro clube conhecido do futebol paulista, que tem a sua sede social e o seu estádio situado na Zona Leste, é o Juventus da Mooca. Na linguagem coloquial, a Zona Leste é frequentemente designada pela sigla ZL. Regiões Zona Leste 1 A Região Leste Um de São Paulo é uma região administrativa estabelecida pela prefeitura de São Paulo englobando as subprefeituras da Penha, de Ermelino Matarazzo, de Itaquera e de São Mateus.[3] De acordo com o censo de 2000, tem uma população de 1 552 070 habitantes e renda média por habitante de 875,90 reais.[4] É uma região diversificada, tanto comercial, quanto residencial, que está em desenvolvimento, a qual está passando por processos de urbanização e regularização de áreas risco (favelas), canalização de córregos e do rio Aricanduva, além da verticalização. Zona Leste 2 A Região Leste Dois de São Paulo é uma região administrativa estabelecida pela prefeitura de São Paulo englobando as subprefeituras do Itaim Paulista, de Guaianases, de São Miguel Paulista e da Cidade Tiradentes. De acordo com o censo de 2000, tem uma população de 1 169 815 habitantes e renda média por habitante de 625,26 reais.[4] É a região com renda per capita mais baixa do município, com pior infraestrutura, com a maior incidência de pobreza (63,9% da população) e com o menor Índice de Desenvolvimento Humano (IDH). Zona Sudeste A Região Sudeste de São Paulo é uma região administrativa estabelecida pela prefeitura de São Paulo englobando as subprefeituras da Mooca, de Aricanduva, de Sapopemba, de Vila Prudente e do Ipiranga. Forma, com as Zonas Leste Um e Dois, a macro-zona conhecida simplesmente como Zona Leste, à exceção da subprefeitura do Ipiranga.[5] De acordo com o censo de 2000, tem uma população de 1 522 997 habitantes e renda média por habitante de 2 441,40 reais.[6] É a região mais desenvolvida da Zona Leste do município, com melhor urbanização, verticalização, infraestrutura, e bairros nobres, como o Jardim Avelino. Perfil social, econômico e de infraestrutura Popularmente, a Zona Leste é vista como a "periferia de São Paulo"[7] algo que não faz mais sentido com a região, que nos últimos anos, tem tido uma mudança de perfil econômico em vários distritos, principalmente os mais próximos do centro[8], como exemplo os distritos de: Água Rasa, Belém, Carrão, Mooca, Tatuapé, Vila Formosa, Vila Prudente e parcialmente os distritos de Aricanduva, Penha, São Lucas e Vila Matilde. Esses distritos, formam uma "fronteira social" fazendo a Zona Leste se dividir entre os distritos com maior infra-estrutura, e com os menos desenvolvidos. Já os distritos da Zona Leste mais distantes do centro, é comum serem chamados de "Periferia da Zona Leste" algo que já faz mais sentido, mas apesar disso, ainda não é possível saber a real desigualdade da Zona Leste[9], já que mesmo nos distritos que são realmente periféricos, é possível encontrar bairros de classe média.[10] De acordo com ArchDaily, 10 dos 20 distritos com pior IDH de São Paulo estão na região,[11] enquanto somente o distrito do Tatuapé está entre os 20 melhores. Quatro dos cinco distritos com média salarial mais baixa também estão na região (Lajeado, Guaianases, Jardim Helena, e Artur Alvim).[12] A Zona Leste também é a região menos arborizada da cidade, com uma cobertura vegetal de apenas 11%[13] enquanto detém um terço da população paulistana. Apesar disso também é a região onde se localiza o Parque do Carmo, o maior do município de São Paulo, além do Parque Ecológico do Tietê. Em termos de infraestrutura, a região é atendida pelas linhas 3 e 15 do Metrô de São Paulo e pelas linhas 11, 12 e 13 da CPTM. Dois dos mais importantes eixos de desenvolvimento da região são o Jardim Anália Franco, localizado no distrito de Vila Formosa, e o recente Eixo Platina, no Tatuapé, onde está localizado o edifício mais alto de São Paulo (Platina 220). A região sedia a Escola de Artes Ciências e Humanidades da USP (EACH/USP) e o Instituto das Cidades da Universidade Federal de São Paulo (IC/UNIFESP). Divisão geográfica Na divisão geográfica do município, chama-se "região leste" à área 4, compreendida entre a Av. Sapopemba, a Radial Leste, a Av. Salim Farah Maluf e o limite do município. Esta região é representada pelas cores vermelha (Zona Leste), amarela (Zona Nordeste) e verde (Zona Sudeste) nas placas de rua e nos ônibus e microônibus urbanos que circulam na região.
Rua Valdemar, 40 - Vila Santanaapartamento excelente com 58m2com sacada skin glass,com 2 dormitórios sendo 1 suíte,2 banheiros,2 salas, 1 cozinha,1 lavanderia,1 vaga,com ótima localização,a 100 metros da feira, 100metros do colégio Fereguetti,100metros da avenida Amador Bueno da Veiga, próximo ao metrõ Vila Matilde é uma das estações da Linha 3–Vermelha do Metrô de São Paulo. Foi inaugurada em 27 de agosto de 1988.[3] Está localizada na Rua Coronel Pedro Dias de Campos, altura do nº 1170.[3] O Distrito do mesmo nome deu o nome as estações ferroviária e metroviária. No início do século XX a região era conhecida como fazenda Gavião. O nome foi mudado quando Escolástica Melchert da Fonseca, dona da área doou parte de suas terras para o Governo Federal construir uma linha e estação ferroviária (1922). A condição foi de que a estação recebesse o nome de sua filha Dona Matilde.[4] Características Estação construida no nível da superfície, com mezanino de distribuição sobre a plataforma central e estrutura em concreto aparente com cobertura espacial metálica em treliça.[3] Possui acesso para pessoas portadoras de deficiência física através de elevadores e integração com Terminal de Ônibus Urbano.[3] Foi a primeira estação da linha 3-Vermelha a contar com portas de plataforma, em 2010,[5] mas que só começaram a operar (em horário restrito) em 2014[6] (operando em horário integral somente em 2016[7]), após problemas com o consórcio contratado.[8] Capacidade de até 20 mil passageiros por hora ,próximo do metrô Penha,fácil acesso a radial leste,fácil acesso a marginal tietê,fácila acesso ao aerporto de Guarulhos Um dos principais HUBs da América Latina, o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, foi inaugurado em 20 de janeiro de 1985. Em 1989, iniciou a operação da segunda pista, com 3,7 mil metros de extensão. Quatro anos mais tarde, em 1993, concluiu a primeira expansão com a abertura do Terminal 2. Em 2001, passou a ser chamado de Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos - Governador André Franco Montoro. No ano de 2004, foi concluída a modernização da torre de controle. Já em 2012, foi inaugurado o Terminal 4, hoje chamado de Terminal 1. E em 6 de fevereiro do mesmo ano foi concedido à iniciativa privada. O consórcio formado pelas empresas Invepar e ACSA (Airports Company South Africa) foi anunciado como vencedor do leilão de concessão. O contrato foi assinado em junho de 2012 por um período de 20 anos, formando a Concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos S.A., que responde por 51% da participação acionária, e se soma aos 49% da estatal Infraero. Durante o período de transferência operacional, em 15 de novembro de 2012, o aeroporto ganhou uma nova marca: GRU Airport – Aeroporto Internacional de São Paulo. Em 2014, inaugurou o moderno Terminal 3, com 192 mil metros quadrados, construído em tempo recorde: 1 ano e 9 meses de obra. Em novembro de 2015, os terminais foram renumerados e os antigos terminais 1 e 2 foram unificados, tornando-se o atual terminal 2 e o antigo terminal 4 o atual terminal 1, melhorando a lógica de organização dos terminais e facilitando o deslocamento dos usuários no GRU Airport. Destinos internacionais a partir do GRU Airport GRU AIRPORT EM NÚMEROS ILS (Instrument Landing System): Categoria III-A Horas de operação: 24 horas em todos os terminais Área total do aeroporto (cerca patrimonial): 11.905.056,52 m2 Área total do aeroporto (cerca operacional): 5.883.000 m2 Área total de pátio: 975.513,18 m2 Pistas de pouso / decolagem: 301.500 m² - 10R/28L com 3.000 m x 45 m e 10L/28R com 3.700 m x 45 m, homologada para operação de aeronaves de Código F (A380) Taxiways: 485.632,1 m² Slots disponíveis por hora: 60 Posições de estacionamento para aeronaves: 115 posições (considerando o mix de aeronaves possível, conforme a declaração de capacidade); Pontes de embarque: 51 Tipos de aeronave: Códigos A, B, C, D, E e F (incluindo 747-800 e A380) Coordenação das posições: ATA level 2 Airport Balcões de check-in: 320 e mais 48 balcões de recheck-in; Terminal 1: 34 Terminal 2: 186 Terminal 3: 100 Portões de embarque: 95 Terminal 1: 11 Terminal 2: oeste 29/ leste 23/ total 52 Terminal 3: 32 Confira as prinicipais entregas do GRU Airport, desde que assumiu a administração do aeroporto em fevereiro de 2013. Fevereiro/2013Maio/2013Julho/2013Agosto/2013Outubro/2013Março/2014Abril/2014Maio/2014Maio/2014Junho/2014Fevereiro/2015Junho/2015Agosto/2015Outubro/2015Outubro/2015Novembro/2015Dezembro/2015Janeiro/2016 Panther GRU Airport recebeu seu primeiro Panther, caminhão de combate a incêndios, utilizado nos maiores aeroportos do mundo. Fomos o primeiro aeroporto no Brasil a importar um Panther. Em abril de 2014 recebemos o segundo caminhão 6x6, reforçando ainda mais nossa cultura de segurança.São Paulo - SPapartamento excelente com 58m2com sacada skin glass,com 2 dormitórios sendo 1 suíte,2 banheiros,2 salas, 1 cozinha,1 lavanderia,1 vaga,com ótima localização,a 100 metros da feira, 100metros do colégio Fereguetti,100metros da avenida Amador Bueno da Veiga, próximo ao metrõ Vila Matilde é uma das estações da Linha 3–Vermelha do Metrô de São Paulo. Foi inaugurada em 27 de agosto de 1988.[3] Está localizada na Rua Coronel Pedro Dias de Campos, altura do nº 1170.[3] O Distrito do mesmo nome deu o nome as estações ferroviária e metroviária. No início do século XX a região era conhecida como fazenda Gavião. O nome foi mudado quando Escolástica Melchert da Fonseca, dona da área doou parte de suas terras para o Governo Federal construir uma linha e estação ferroviária (1922). A condição foi de que a estação recebesse o nome de sua filha Dona Matilde.[4] Características Estação construida no nível da superfície, com mezanino de distribuição sobre a plataforma central e estrutura em concreto aparente com cobertura espacial metálica em treliça.[3] Possui acesso para pessoas portadoras de deficiência física através de elevadores e integração com Terminal de Ônibus Urbano.[3] Foi a primeira estação da linha 3-Vermelha a contar com portas de plataforma, em 2010,[5] mas que só começaram a operar (em horário restrito) em 2014[6] (operando em horário integral somente em 2016[7]), após problemas com o consórcio contratado.[8] Capacidade de até 20 mil passageiros por hora ,próximo do metrô Penha,fácil acesso a radial leste,fácil acesso a marginal tietê,fácila acesso ao aerporto de Guarulhos Um dos principais HUBs da América Latina, o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, foi inaugurado em 20 de janeiro de 1985. Em 1989, iniciou a operação da segunda pista, com 3,7 mil metros de extensão. Quatro anos mais tarde, em 1993, concluiu a primeira expansão com a abertura do Terminal 2. Em 2001, passou a ser chamado de Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos - Governador André Franco Montoro. No ano de 2004, foi concluída a modernização da torre de controle. Já em 2012, foi inaugurado o Terminal 4, hoje chamado de Terminal 1. E em 6 de fevereiro do mesmo ano foi concedido à iniciativa privada. O consórcio formado pelas empresas Invepar e ACSA (Airports Company South Africa) foi anunciado como vencedor do leilão de concessão. O contrato foi assinado em junho de 2012 por um período de 20 anos, formando a Concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos S.A., que responde por 51% da participação acionária, e se soma aos 49% da estatal Infraero. 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Rua São Serafim, 119 - Penha de FrançaSOBRADO EXCELENTE COM 3 DORMITÓRIOS SENDO 1 SUÍTE, SALA, COZINHA,3 BANHEIROS,LAVANDERIA ,ENTRADA LATERAL COM CHURRASQUEIRA E CHUVEIRÃO,COM LOCALIZAÇÃO PRIVILEGIADA UM QUARTEIRÃO DO METRÔ PENHA,FÁCIL ACESSO AO SHOPPING PENHA Shopping Penha O Shopping Penha localizado bem no coração do bairro Penha, é o maior centro de compras da região. Com lojas de roupas, sapatos, bolsas, malas, celulares, eletrodomésticos, um supermercado no sub-solo, agências de viagens, e diversos serviços. O empreendimento conta também com uma praça de alimentação repleta de opções gastronômicas, como fast-foods, comida japonesa, massas, esfihas e self-service. Próximo à praça de alimentação que tem uma iluminação natural, encontra-se uma área de jogos eletrônicos onde as crianças se divertem, no piso acima fica o cinema, que comporta 6 salas. Eu já assisti vários filmes, a melhor sala é a 6, onde geralmente são exibidos os filmes em 3D ou lançados recentemente. A pipoca do cinema tem um preço mais em conta do que de outras franquias. O legal é que o teto do ambiente simula um céu estrelado com luzes de LED, fica bem original. No térreo do Shopping eventos voltados para o público infantil ocorrem como teatro e cantinho da pintura, um bom programa para levar seu filho. Exposições para jovens e adultos também ocupam o espaço alternadamente. Uma exposição interessante já realizada no térreo, foi a história dos video-games, com aparelhos antigos e atuais acompanhados de textos explicativos do progresso dos jogos digitais. Quem gosta de modernidade e lazer tem que passar por lá. +21 ,FÁCIL ACESSO A IGREJA MATRIZ é uma igreja católica localizada na cidade de São Paulo, no Brasil. Pode ser conhecida pelo nome de Santuário Eucarístico Nossa Senhora da Penha ou apenas Igreja Velha. Está inserida no bairro da Penha de França, na região leste da cidade, na Praça Nossa Senhora da Penha. A sua data de origem varia entre 1662 e 1668, assim como a história de sua criação. O nascimento do bairro está diretamente ligado a criação da igreja, constituindo-se ao seu redor. Foi erguida pelo licenciado Mateus Nunes de Siqueira. Foi elevada a Santuário Arquidiocesano de São Paulo em 1909 pelo Arcebispo Dom Duarte Leopoldo e Silva. A Nossa Senhora da Penha é conhecida como a padroeira da cidade de São Paulo.[1][2] História Bairro da Penha A região serviu de assentamento para os jesuítas Manuel da Nóbrega e José de Anchieta, logo após fundarem o Pátio do Colégio por sua localização. Tribos indígenas e colonizadores buscaram também este lugar para se estabelecer e trabalhar. Era também ponto de parada estratégico para os bandeirantes que se deslocavam entre São Paulo, o Vale do Paraíba, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Desde o Tatuapé às divisas de São Miguel e Guarulhos estendia-se uma imensa fazenda cujo dono era o licenciado Mateus Nunes de Siqueira. A Casa Grande foi construída em 1650 junto ao córrego do Tatuapé. Aí se iniciou a fazenda e ao seu redor foram construídas as casas dos colonos. No topo da colina, foi construída uma capela, onde hoje encontra-se o Santuário. O bairro comemora aniversário no dia 8 de setembro.[3][4][5] Construção da igreja Os documentos oficiais registram o ano de origem da igreja como sendo 1668, mas existem indícios de que ela pode ser ainda mais antiga. Este ano está registrado como a data em que Mateus Nunes de Siqueira tem a sesmaria concedida, já que queria expandir a capela que havia construído no local por motivos religiosos. Isso leva a crer que antes desta data a capela já existia e vinha angariando fieis cada vez mais. A reforma e expansão ocorreu em 1673 sob o comando de Padre Jacinto Nunes de Siqueira, irmão do fundador da igreja. Tanto a data como o real fundador da igreja são passivos de disputa, com alguns registros mostrando que foi na verdade o Padre Jacinto que instaurou a ermida no local.[6] Mito religioso Segundo a lenda popular, um devoto francês, viajando de São Paulo ao Rio de Janeiro, levou consigo uma imagem da Virgem, que trouxera de seu país. No meio do caminho, passou a noite no bairro da Penha. No dia seguinte, seguiu sua viagem e logo deu falta da imagem que levava consigo. Voltou ao lugar onde tinha dormido e a encontrou ali. Como um homem de muita fé, reconheceu que foi ali que a Virgem escolheu para que fosse sua morada. Construiu então no local a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha de França. Muitos atribuem o nome do bairro e da Igreja (Penha de França) a este devoto francês.[7] Nome O nome Nossa Senhora da Penha de França surgiu da tradução do termo francês “Notre Dame de France”, que se estendia por grande parte do país até chegar às montanhas, os “puys”. Passou a ser chamada de Notre Dame du Puy, chegando ao termo Nossa Senhora da Penha. Na Espanha, a veneração a imagem da Nossa Senhora se espalhou e chegou ao Brasil por meio da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, no Espírito Santo. A devoção à imagem se espalhou pelo país na medida que os jesuítas iam viajando, por isso existem tantos templos dedicado a ela pelo país.[8] Arquitetura Erguida originalmente sobre paredes de taipa de pilão e alvenaria de tijolos, a construção ficou sem reparos e cuidados por muitos anos. Possui dois andares e seus primeiros registros mostram que era muito bem equipada e ricamente ornamentada. Em 1923, encontrava-se em péssimo estado de conservação, com partes de sua estrutura ameaçando de ruir. No mesmo ano, a torre principal foi reparada, foi construída uma capela de confissões e mudou-se o batistério para a sacristia. No ano seguinte, foi toda ladrilhada, as paredes pintadas e o presbitério e o altar reformados. No entanto, as paredes de taipa muito antigas e o telhado apodrecido ameaçavam desabar e foram demolidos, em 1934. No mesmo local estruturas novas foram erguidas, sem alterações na planta da igreja. O arquiteto responsável pelas reformas foi Francisco de Azevedo. Até o ano de 1937, foram feitas mais mudanças. Paredes laterais foram levantadas, galerias e quatro altares laterais foram criados, e depois de coberta e ladrilhada, foram colocados vitrais artísticos. Atualmente, a construção conta ainda com um veleiro e uma loja de souvenires. Da construção original resistiram apenas as quatro paredes externas e as características da fachada principal. Por causa das inúmeras reformas, a construção mistura estilos arquitetônicos, entre eles colonial, barroca e gótica. As portas da igreja estão voltadas em direção do centro da cidade, exercendo a sua proteção como padroeira de São Paulo.[9] Nave no interior da igreja. Significado histórico e atual A igreja é importante para o bairro da Penha e também para a cidade de São Paulo já que sua criação levou ao crescimento de ambas. Foi ao redor da antiga ermida, depois transformada expandida e transformada em igreja, que os primeiros moradores do bairro se estabeleceram. Estes eram trabalhadores da fazenda de Mateus Nunes de Siqueira, herdeiro das terras. No bairro, foi encontrada, no ano de 1920, uma urna funerária de assentamentos indígenas, caracterizando a área como um sitio arqueológico. Um grande vaso de cerâmica contendo um sepultamento humano foi encontrado na abertura de uma vala para a instalação de canos na região. Tais achados podem ser ligados à tradição Tupi-guarani, forte indicio de que a área abrigou um aldeia indígena.[10] Estado atual No ano de 1981, a construção foi interditada por motivos de segurança e ameaçada de fechar. Através de um convenio firmado entre a Secretaria de Cultura Municipal e a Mitra Arquidiocesana de São Paulo, o Departamento do Patrimônio Histórico propôs a Mitra subvenção para as obras de consolidação da fachada. A obra foi iniciada no ano de 1999, com supervisão da arquiteta Lysandra Priscila Ferreira. Todos os operários que participaram da obra são do bairro e foram contratados por um salário simbólico. Boa parte do material utilizado na reforma foi doado por empresas da região. Hoje, a igreja encontra-se em perfeito estado de conservação, com pintura nova na parte exterior, todos os ladrilhos e vitrais bem preservados , FÁCIL ACESSO AO CENTRO DA PENHA FÁCIL ACESSO AS MARGINAIS TIETÊ E PINHEIROS, FÁCIL ACESSO A RADIAL LESTESão Paulo - SPSOBRADO EXCELENTE COM 3 DORMITÓRIOS SENDO 1 SUÍTE, SALA, COZINHA,3 BANHEIROS,LAVANDERIA ,ENTRADA LATERAL COM CHURRASQUEIRA E CHUVEIRÃO,COM LOCALIZAÇÃO PRIVILEGIADA UM QUARTEIRÃO DO METRÔ PENHA,FÁCIL ACESSO AO SHOPPING PENHA Shopping Penha O Shopping Penha localizado bem no coração do bairro Penha, é o maior centro de compras da região. Com lojas de roupas, sapatos, bolsas, malas, celulares, eletrodomésticos, um supermercado no sub-solo, agências de viagens, e diversos serviços. O empreendimento conta também com uma praça de alimentação repleta de opções gastronômicas, como fast-foods, comida japonesa, massas, esfihas e self-service. 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Quem gosta de modernidade e lazer tem que passar por lá. +21 ,FÁCIL ACESSO A IGREJA MATRIZ é uma igreja católica localizada na cidade de São Paulo, no Brasil. Pode ser conhecida pelo nome de Santuário Eucarístico Nossa Senhora da Penha ou apenas Igreja Velha. Está inserida no bairro da Penha de França, na região leste da cidade, na Praça Nossa Senhora da Penha. A sua data de origem varia entre 1662 e 1668, assim como a história de sua criação. O nascimento do bairro está diretamente ligado a criação da igreja, constituindo-se ao seu redor. Foi erguida pelo licenciado Mateus Nunes de Siqueira. Foi elevada a Santuário Arquidiocesano de São Paulo em 1909 pelo Arcebispo Dom Duarte Leopoldo e Silva. A Nossa Senhora da Penha é conhecida como a padroeira da cidade de São Paulo.[1][2] História Bairro da Penha A região serviu de assentamento para os jesuítas Manuel da Nóbrega e José de Anchieta, logo após fundarem o Pátio do Colégio por sua localização. Tribos indígenas e colonizadores buscaram também este lugar para se estabelecer e trabalhar. Era também ponto de parada estratégico para os bandeirantes que se deslocavam entre São Paulo, o Vale do Paraíba, Rio de Janeiro e Minas Gerais. Desde o Tatuapé às divisas de São Miguel e Guarulhos estendia-se uma imensa fazenda cujo dono era o licenciado Mateus Nunes de Siqueira. A Casa Grande foi construída em 1650 junto ao córrego do Tatuapé. Aí se iniciou a fazenda e ao seu redor foram construídas as casas dos colonos. No topo da colina, foi construída uma capela, onde hoje encontra-se o Santuário. O bairro comemora aniversário no dia 8 de setembro.[3][4][5] Construção da igreja Os documentos oficiais registram o ano de origem da igreja como sendo 1668, mas existem indícios de que ela pode ser ainda mais antiga. Este ano está registrado como a data em que Mateus Nunes de Siqueira tem a sesmaria concedida, já que queria expandir a capela que havia construído no local por motivos religiosos. Isso leva a crer que antes desta data a capela já existia e vinha angariando fieis cada vez mais. A reforma e expansão ocorreu em 1673 sob o comando de Padre Jacinto Nunes de Siqueira, irmão do fundador da igreja. Tanto a data como o real fundador da igreja são passivos de disputa, com alguns registros mostrando que foi na verdade o Padre Jacinto que instaurou a ermida no local.[6] Mito religioso Segundo a lenda popular, um devoto francês, viajando de São Paulo ao Rio de Janeiro, levou consigo uma imagem da Virgem, que trouxera de seu país. No meio do caminho, passou a noite no bairro da Penha. No dia seguinte, seguiu sua viagem e logo deu falta da imagem que levava consigo. Voltou ao lugar onde tinha dormido e a encontrou ali. Como um homem de muita fé, reconheceu que foi ali que a Virgem escolheu para que fosse sua morada. Construiu então no local a Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha de França. Muitos atribuem o nome do bairro e da Igreja (Penha de França) a este devoto francês.[7] Nome O nome Nossa Senhora da Penha de França surgiu da tradução do termo francês “Notre Dame de France”, que se estendia por grande parte do país até chegar às montanhas, os “puys”. Passou a ser chamada de Notre Dame du Puy, chegando ao termo Nossa Senhora da Penha. Na Espanha, a veneração a imagem da Nossa Senhora se espalhou e chegou ao Brasil por meio da Ordem dos Eremitas de Santo Agostinho, no Espírito Santo. A devoção à imagem se espalhou pelo país na medida que os jesuítas iam viajando, por isso existem tantos templos dedicado a ela pelo país.[8] Arquitetura Erguida originalmente sobre paredes de taipa de pilão e alvenaria de tijolos, a construção ficou sem reparos e cuidados por muitos anos. Possui dois andares e seus primeiros registros mostram que era muito bem equipada e ricamente ornamentada. Em 1923, encontrava-se em péssimo estado de conservação, com partes de sua estrutura ameaçando de ruir. No mesmo ano, a torre principal foi reparada, foi construída uma capela de confissões e mudou-se o batistério para a sacristia. No ano seguinte, foi toda ladrilhada, as paredes pintadas e o presbitério e o altar reformados. No entanto, as paredes de taipa muito antigas e o telhado apodrecido ameaçavam desabar e foram demolidos, em 1934. No mesmo local estruturas novas foram erguidas, sem alterações na planta da igreja. O arquiteto responsável pelas reformas foi Francisco de Azevedo. Até o ano de 1937, foram feitas mais mudanças. Paredes laterais foram levantadas, galerias e quatro altares laterais foram criados, e depois de coberta e ladrilhada, foram colocados vitrais artísticos. Atualmente, a construção conta ainda com um veleiro e uma loja de souvenires. Da construção original resistiram apenas as quatro paredes externas e as características da fachada principal. Por causa das inúmeras reformas, a construção mistura estilos arquitetônicos, entre eles colonial, barroca e gótica. As portas da igreja estão voltadas em direção do centro da cidade, exercendo a sua proteção como padroeira de São Paulo.[9] Nave no interior da igreja. Significado histórico e atual A igreja é importante para o bairro da Penha e também para a cidade de São Paulo já que sua criação levou ao crescimento de ambas. Foi ao redor da antiga ermida, depois transformada expandida e transformada em igreja, que os primeiros moradores do bairro se estabeleceram. Estes eram trabalhadores da fazenda de Mateus Nunes de Siqueira, herdeiro das terras. No bairro, foi encontrada, no ano de 1920, uma urna funerária de assentamentos indígenas, caracterizando a área como um sitio arqueológico. Um grande vaso de cerâmica contendo um sepultamento humano foi encontrado na abertura de uma vala para a instalação de canos na região. Tais achados podem ser ligados à tradição Tupi-guarani, forte indicio de que a área abrigou um aldeia indígena.[10] Estado atual No ano de 1981, a construção foi interditada por motivos de segurança e ameaçada de fechar. Através de um convenio firmado entre a Secretaria de Cultura Municipal e a Mitra Arquidiocesana de São Paulo, o Departamento do Patrimônio Histórico propôs a Mitra subvenção para as obras de consolidação da fachada. A obra foi iniciada no ano de 1999, com supervisão da arquiteta Lysandra Priscila Ferreira. Todos os operários que participaram da obra são do bairro e foram contratados por um salário simbólico. Boa parte do material utilizado na reforma foi doado por empresas da região. Hoje, a igreja encontra-se em perfeito estado de conservação, com pintura nova na parte exterior, todos os ladrilhos e vitrais bem preservados , FÁCIL ACESSO AO CENTRO DA PENHA FÁCIL ACESSO AS MARGINAIS TIETÊ E PINHEIROS, FÁCIL ACESSO A RADIAL LESTE
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