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Rua Rosário do Sul, 267 - Jardim MaringáEXCELENTE APARTAMENTO COMPACTO COM ELEVADOR COM 35M2 EM FASE DE CONSTRUÇÃO COM CONOGRAMA DE ENTREGA FINAL 07\2023,COM 2 DORMITÓRIOS, 1 SALA INTEGRADA,1 BANHEIRO,1 LAVANDERIA,1 COZINHA, COM LOCALIZAÇÃO PRIVILEGIADA, PRÓXIMO AO METRÔ VILA MATILDE, PROXIMO A ESCOLAS,CRECHES,AO LADO DO PONTO COMÉRCIAL VILA MATILDE,PRÓXIMO AO CLÉGIO SÃO JOSÉ Falar da Vila Matilde e do Colégio São José tem um pouco de nostalgia pra mim, lembranças do tempo de criança e adolescente em que estudei neste conceituado colégio, de 1979 no Jardim da Infância até 1990 na formatura da 8a Série e também do tempo que meu pai tinha uma bela mercearia na rua Dona Escolástica.Com perfil residencial de classe média, a Vila Matilde, na zona leste, é um bairro que durante décadas guardou suas características: casas térreas e sobrados, residências construídas na década de 50. Hoje, com a chegada do metrô, a situação está mudando, assim como a de seus vizinhos, o Tatuapé e a Vila Esperança. O bairro nasceu na segunda década do século 20, da mesma maneira de seus vizinhos e de mais um sem-número de bairros paulistanos. Havia uma grande gleba de terra e pessoas dispostas a comprar um retalho para montar casa. Nos primeiro anos da década de 20, essa gleba pertencia a dona Escolástica Melchert da Fonseca e ia da Guiaúna à Fazenda do Carmo, hoje Parque do Carmo, no distrito de Itaquera. Era a Fazenda Gavião. Dona Escolástica tinha uma filha de nome Matilde, que havia sido casada com o ex ministro e embaixador dr. Macedo Soares - figura importante da política paulistana. Ele mesmo proprietário de uma chácara na zona sul que acabou se tornando o bairro Chácara do Castelo. Como a área era muito extensa, o loteamento foi feito em etapas: a principal foi a da Vila Matilde - uma homenagem da mãe à filha. Outra parte foi vendida ao cunhado de dona Escolástica, Juvenal Ferreira, que implantou o Jardim Maringá. A família Matarazzo adquiriu uma parte e fundou os bairros Vila Savoi e Jardim Brasília. Outra família italiana comprou uma parte e fez nascer os bairro de Vila Dalila e Vila Ester. Por décadas o local ficou quase à margem do crescimento da metrópole. Basta dizer que, quando fez 44 anos, em 1966, Vila Matilde pedia das autoridades a instalação de uma agência bancária e linhas de ônibus para o centro da cidade. Naquela época, apenas um coletivo chegava ao centro e era chamado de "enlatado". Claro, tudo isso é passado. O metrô, com duas estações na região, está redesenhando o mapa do bairro: as casinhas dão lugar a empreendimentos maiores e melhores. A vila já não tem mais problemas de transportes coletivos, claro. Agora, o ativo comércio atende às necessidades dos moradores e eles mesmos estão comprando os apartamentos de 2 e 3 dormitórios. Seus mais de 100 mil habitantes nem se lembram dos esforços para se chegar ao centro. E para que? Há o metrô na porta, shoppings centers e hipermercados ao lado. Mesmo assim, tal qual o povo de Asterix (o gaulês irredutível), muitos moradores preferem ficar nas suas casas térreas, com suas flores e varandas onde se pode ler em cima: "lar, doce lar". Pois que continuem a guardar um pedaço dessa Paulicéia desvairada dos anos 50.São Paulo - SPEXCELENTE APARTAMENTO COMPACTO COM ELEVADOR COM 35M2 EM FASE DE CONSTRUÇÃO COM CONOGRAMA DE ENTREGA FINAL 07\2023,COM 2 DORMITÓRIOS, 1 SALA INTEGRADA,1 BANHEIRO,1 LAVANDERIA,1 COZINHA, COM LOCALIZAÇÃO PRIVILEGIADA, PRÓXIMO AO METRÔ VILA MATILDE, PROXIMO A ESCOLAS,CRECHES,AO LADO DO PONTO COMÉRCIAL VILA MATILDE,PRÓXIMO AO CLÉGIO SÃO JOSÉ Falar da Vila Matilde e do Colégio São José tem um pouco de nostalgia pra mim, lembranças do tempo de criança e adolescente em que estudei neste conceituado colégio, de 1979 no Jardim da Infância até 1990 na formatura da 8a Série e também do tempo que meu pai tinha uma bela mercearia na rua Dona Escolástica.Com perfil residencial de classe média, a Vila Matilde, na zona leste, é um bairro que durante décadas guardou suas características: casas térreas e sobrados, residências construídas na década de 50. Hoje, com a chegada do metrô, a situação está mudando, assim como a de seus vizinhos, o Tatuapé e a Vila Esperança. O bairro nasceu na segunda década do século 20, da mesma maneira de seus vizinhos e de mais um sem-número de bairros paulistanos. Havia uma grande gleba de terra e pessoas dispostas a comprar um retalho para montar casa. Nos primeiro anos da década de 20, essa gleba pertencia a dona Escolástica Melchert da Fonseca e ia da Guiaúna à Fazenda do Carmo, hoje Parque do Carmo, no distrito de Itaquera. Era a Fazenda Gavião. Dona Escolástica tinha uma filha de nome Matilde, que havia sido casada com o ex ministro e embaixador dr. Macedo Soares - figura importante da política paulistana. Ele mesmo proprietário de uma chácara na zona sul que acabou se tornando o bairro Chácara do Castelo. Como a área era muito extensa, o loteamento foi feito em etapas: a principal foi a da Vila Matilde - uma homenagem da mãe à filha. Outra parte foi vendida ao cunhado de dona Escolástica, Juvenal Ferreira, que implantou o Jardim Maringá. A família Matarazzo adquiriu uma parte e fundou os bairros Vila Savoi e Jardim Brasília. Outra família italiana comprou uma parte e fez nascer os bairro de Vila Dalila e Vila Ester. Por décadas o local ficou quase à margem do crescimento da metrópole. Basta dizer que, quando fez 44 anos, em 1966, Vila Matilde pedia das autoridades a instalação de uma agência bancária e linhas de ônibus para o centro da cidade. Naquela época, apenas um coletivo chegava ao centro e era chamado de "enlatado". Claro, tudo isso é passado. O metrô, com duas estações na região, está redesenhando o mapa do bairro: as casinhas dão lugar a empreendimentos maiores e melhores. A vila já não tem mais problemas de transportes coletivos, claro. Agora, o ativo comércio atende às necessidades dos moradores e eles mesmos estão comprando os apartamentos de 2 e 3 dormitórios. Seus mais de 100 mil habitantes nem se lembram dos esforços para se chegar ao centro. E para que? Há o metrô na porta, shoppings centers e hipermercados ao lado. Mesmo assim, tal qual o povo de Asterix (o gaulês irredutível), muitos moradores preferem ficar nas suas casas térreas, com suas flores e varandas onde se pode ler em cima: "lar, doce lar". Pois que continuem a guardar um pedaço dessa Paulicéia desvairada dos anos 50.
Rua Rosário do Sul, 267 - Jardim MaringáEXCELENTE APARTAMENTO COMPACTO COM ELEVADOR COM 35M2 EM FASE DE CONSTRUÇÃO COM CONOGRAMA DE ENTREGA FINAL 07\2023,COM 2 DORMITÓRIOS, 1 SALA INTEGRADA,1 BANHEIRO,1 LAVANDERIA,1 COZINHA,1 VAGA, COM LOCALIZAÇÃO PRIVILEGIADA, PRÓXIMO AO METRÔ VILA MATILDE, PROXIMO A ESCOLAS,CRECHES,AO LADO DO PONTO COMÉRCIAL VILA MATILDE,PRÓXIMO AO CLÉGIO SÃO JOSÉ Falar da Vila Matilde e do Colégio São José tem um pouco de nostalgia pra mim, lembranças do tempo de criança e adolescente em que estudei neste conceituado colégio, de 1979 no Jardim da Infância até 1990 na formatura da 8a Série e também do tempo que meu pai tinha uma bela mercearia na rua Dona Escolástica. E, ao receber uma foto antiga do colégio, resolvi fazer um antes e depois da minha saudosa escola de tantas alegrias e alguns “bullyings“. O colégio em duas épocas: 1970 e 2014 (clique para ampliar) O colégio em duas épocas: 1970 e 2014 (clique para ampliar) A foto esquerda mostra o colégio, segundo quem enviou a foto, no ano de 1970. Já a imagem da direita, tirada por mim em uma das minhas várias visitas ao bairro, mostra a instituição atualmente. O simpático carro verde na foto é o meu VW 1600 1969, que muitos chamam carinhosamente de “Zé do Caixão“. Embora a escola tenha mudado um bocado, especialmente na parte interna nas últimas décadas, a esquina onde foi tirada a foto e que mostra a torre e a capela da instituição pouco mudou. É impossível para mim passar por ai e não me lembrar das aulas, dos professores e dos colegas. Um pouco de história: Extraído do jornal Correio Paulistano de 06 de Junho de 1939 Extraído do jornal Correio Paulistano de 06 de Junho de 1939 Inaugurado em um domingo, no dia 04 de junho de 1939, o então Externato São José de Vila Matilde foi construído em pouco mais de um ano de obras. No anterior, 1938, Matilde de Macedo Soares dama da sociedade paulistana e então dona das terras de onde hoje está a instituição doou o terreno para a construção da escola. Foi na década de 30 que o bairro começou a se desenvolver. Entretanto as irmãs que futuramente fariam parte do colégio chegaram ao bairro em 1931, trazidas pelos padres Olivetanos. A foto abaixo dá um cenário da região em 1931. O arrabalde de Vila Matilde em 1931 (clique para ampliar) A Vila Matilde em 1931 (clique para ampliar) A inauguração se deu a partir de 15:30 daquele dia e contou com a presença de diversas celebridades e autoridades paulistanas que foram ao então distante arrabalde de Vila Matilde para prestigiar o evento. A cerimônia começou com uma benção ao prédio pelo Monsenhor Martins Ladeira e em seguida com o batismo da bandeira do externato, tendo como padrinhos Sebastião Medeiros e dona Angelina Audrat. Em seguida os convidados fizeram um passeio pelas dependências do novo colégio e o evento encerrou-se com uma apresentação das bandas Guarda Civil e de Vila Matilde. Desde então a escola está no bairro e sua relação com a região é até hoje de muita importância. Tanto para o ensino, quanto para inúmeros profissionais que hoje estão no mercado e começaram suas vidas com os ensinamentos do São José de Vila Matilde. , FÁCIL ACESSO A RADIAL LESTE, FÁCIL ACESSO AO AEROPORTO DE GUARULHOS Um dos principais HUBs da América Latina, o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, foi inaugurado em 20 de janeiro de 1985. Em 1989, iniciou a operação da segunda pista, com 3,7 mil metros de extensão. Quatro anos mais tarde, em 1993, concluiu a primeira expansão com a abertura do Terminal 2. Em 2001, passou a ser chamado de Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos - Governador André Franco Montoro. No ano de 2004, foi concluída a modernização da torre de controle. Já em 2012, foi inaugurado o Terminal 4, hoje chamado de Terminal 1. E em 6 de fevereiro do mesmo ano foi concedido à iniciativa privada. O consórcio formado pelas empresas Invepar e ACSA (Airports Company South Africa) foi anunciado como vencedor do leilão de concessão. O contrato foi assinado em junho de 2012 por um período de 20 anos, formando a Concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos S.A., que responde por 51% da participação acionária, e se soma aos 49% da estatal Infraero. Durante o período de transferência operacional, em 15 de novembro de 2012, o aeroporto ganhou uma nova marca: GRU Airport – Aeroporto Internacional de São Paulo. Em 2014, inaugurou o moderno Terminal 3, com 192 mil metros quadrados, construído em tempo recorde: 1 ano e 9 meses de obra. Em novembro de 2015, os terminais foram renumerados e os antigos terminais 1 e 2 foram unificados, tornando-se o atual terminal 2 e o antigo terminal 4 o atual terminal 1, melhorando a lógica de organização dos terminais e facilitando o deslocamento dos usuários no GRU Airport. Destinos internacionais a partir do GRU Airport GRU AIRPORT EM NÚMEROS ILS (Instrument Landing System): Categoria III-A Horas de operação: 24 horas em todos os terminais Área total do aeroporto (cerca patrimonial): 11.905.056,52 m2 Área total do aeroporto (cerca operacional): 5.883.000 m2 Área total de pátio: 975.513,18 m2 Pistas de pouso / decolagem: 301.500 m² - 09R/27L com 3.000 m x 45 m e 09L/27R com 3.700 m x 45 m, homologada para operação de aeronaves de Código F (A380) Taxiways: 485.632,1 m² Slots disponíveis por hora: 57 Posições de estacionamento para aeronaves: 179 posições Pontes de embarque: 54 Tipos de aeronave: Códigos A, B, C, D, E e F (incluindo 747-800 e A380) Coordenação das posições: ATA level 2 Airport Balcões de check-in: 294 Terminal 1: 34 Terminal 2: 170 Terminal 3: 90 Portões de embarque: 90 Terminal 1: 11 Terminal 2: 46 Terminal 3: 32 Confira as prinicipais entregas do GRU Airport, desde que assumiu a administração do aeroporto emSão Paulo - SPEXCELENTE APARTAMENTO COMPACTO COM ELEVADOR COM 35M2 EM FASE DE CONSTRUÇÃO COM CONOGRAMA DE ENTREGA FINAL 07\2023,COM 2 DORMITÓRIOS, 1 SALA INTEGRADA,1 BANHEIRO,1 LAVANDERIA,1 COZINHA,1 VAGA, COM LOCALIZAÇÃO PRIVILEGIADA, PRÓXIMO AO METRÔ VILA MATILDE, PROXIMO A ESCOLAS,CRECHES,AO LADO DO PONTO COMÉRCIAL VILA MATILDE,PRÓXIMO AO CLÉGIO SÃO JOSÉ Falar da Vila Matilde e do Colégio São José tem um pouco de nostalgia pra mim, lembranças do tempo de criança e adolescente em que estudei neste conceituado colégio, de 1979 no Jardim da Infância até 1990 na formatura da 8a Série e também do tempo que meu pai tinha uma bela mercearia na rua Dona Escolástica. E, ao receber uma foto antiga do colégio, resolvi fazer um antes e depois da minha saudosa escola de tantas alegrias e alguns “bullyings“. O colégio em duas épocas: 1970 e 2014 (clique para ampliar) O colégio em duas épocas: 1970 e 2014 (clique para ampliar) A foto esquerda mostra o colégio, segundo quem enviou a foto, no ano de 1970. Já a imagem da direita, tirada por mim em uma das minhas várias visitas ao bairro, mostra a instituição atualmente. O simpático carro verde na foto é o meu VW 1600 1969, que muitos chamam carinhosamente de “Zé do Caixão“. Embora a escola tenha mudado um bocado, especialmente na parte interna nas últimas décadas, a esquina onde foi tirada a foto e que mostra a torre e a capela da instituição pouco mudou. É impossível para mim passar por ai e não me lembrar das aulas, dos professores e dos colegas. Um pouco de história: Extraído do jornal Correio Paulistano de 06 de Junho de 1939 Extraído do jornal Correio Paulistano de 06 de Junho de 1939 Inaugurado em um domingo, no dia 04 de junho de 1939, o então Externato São José de Vila Matilde foi construído em pouco mais de um ano de obras. No anterior, 1938, Matilde de Macedo Soares dama da sociedade paulistana e então dona das terras de onde hoje está a instituição doou o terreno para a construção da escola. Foi na década de 30 que o bairro começou a se desenvolver. Entretanto as irmãs que futuramente fariam parte do colégio chegaram ao bairro em 1931, trazidas pelos padres Olivetanos. A foto abaixo dá um cenário da região em 1931. O arrabalde de Vila Matilde em 1931 (clique para ampliar) A Vila Matilde em 1931 (clique para ampliar) A inauguração se deu a partir de 15:30 daquele dia e contou com a presença de diversas celebridades e autoridades paulistanas que foram ao então distante arrabalde de Vila Matilde para prestigiar o evento. A cerimônia começou com uma benção ao prédio pelo Monsenhor Martins Ladeira e em seguida com o batismo da bandeira do externato, tendo como padrinhos Sebastião Medeiros e dona Angelina Audrat. Em seguida os convidados fizeram um passeio pelas dependências do novo colégio e o evento encerrou-se com uma apresentação das bandas Guarda Civil e de Vila Matilde. Desde então a escola está no bairro e sua relação com a região é até hoje de muita importância. Tanto para o ensino, quanto para inúmeros profissionais que hoje estão no mercado e começaram suas vidas com os ensinamentos do São José de Vila Matilde. , FÁCIL ACESSO A RADIAL LESTE, FÁCIL ACESSO AO AEROPORTO DE GUARULHOS Um dos principais HUBs da América Latina, o Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, foi inaugurado em 20 de janeiro de 1985. Em 1989, iniciou a operação da segunda pista, com 3,7 mil metros de extensão. Quatro anos mais tarde, em 1993, concluiu a primeira expansão com a abertura do Terminal 2. Em 2001, passou a ser chamado de Aeroporto Internacional de São Paulo/Guarulhos - Governador André Franco Montoro. No ano de 2004, foi concluída a modernização da torre de controle. Já em 2012, foi inaugurado o Terminal 4, hoje chamado de Terminal 1. E em 6 de fevereiro do mesmo ano foi concedido à iniciativa privada. O consórcio formado pelas empresas Invepar e ACSA (Airports Company South Africa) foi anunciado como vencedor do leilão de concessão. O contrato foi assinado em junho de 2012 por um período de 20 anos, formando a Concessionária do Aeroporto Internacional de Guarulhos S.A., que responde por 51% da participação acionária, e se soma aos 49% da estatal Infraero. Durante o período de transferência operacional, em 15 de novembro de 2012, o aeroporto ganhou uma nova marca: GRU Airport – Aeroporto Internacional de São Paulo. Em 2014, inaugurou o moderno Terminal 3, com 192 mil metros quadrados, construído em tempo recorde: 1 ano e 9 meses de obra. Em novembro de 2015, os terminais foram renumerados e os antigos terminais 1 e 2 foram unificados, tornando-se o atual terminal 2 e o antigo terminal 4 o atual terminal 1, melhorando a lógica de organização dos terminais e facilitando o deslocamento dos usuários no GRU Airport. Destinos internacionais a partir do GRU Airport GRU AIRPORT EM NÚMEROS ILS (Instrument Landing System): Categoria III-A Horas de operação: 24 horas em todos os terminais Área total do aeroporto (cerca patrimonial): 11.905.056,52 m2 Área total do aeroporto (cerca operacional): 5.883.000 m2 Área total de pátio: 975.513,18 m2 Pistas de pouso / decolagem: 301.500 m² - 09R/27L com 3.000 m x 45 m e 09L/27R com 3.700 m x 45 m, homologada para operação de aeronaves de Código F (A380) Taxiways: 485.632,1 m² Slots disponíveis por hora: 57 Posições de estacionamento para aeronaves: 179 posições Pontes de embarque: 54 Tipos de aeronave: Códigos A, B, C, D, E e F (incluindo 747-800 e A380) Coordenação das posições: ATA level 2 Airport Balcões de check-in: 294 Terminal 1: 34 Terminal 2: 170 Terminal 3: 90 Portões de embarque: 90 Terminal 1: 11 Terminal 2: 46 Terminal 3: 32 Confira as prinicipais entregas do GRU Airport, desde que assumiu a administração do aeroporto em
Rua Rosário do Sul, 267 - Jardim MaringáEXCELENTE APARTAMENTO COMPACTO COM ELEVADOR COM 35M2 EM FASE DE CONSTRUÇÃO COM CONOGRAMA DE ENTREGA FINAL 07\2023, PRÓXIMO AO METRÔ VILA MATILDECom perfil residencial de classe média, a Vila Matilde, na zona leste, é um bairro que durante décadas guardou suas características: casas térreas e sobrados, residências construídas na década de 50. Hoje, com a chegada do metrô, a situação está mudando, assim como a de seus vizinhos, o Tatuapé e a Vila Esperança. O bairro nasceu na segunda década do século 20, da mesma maneira de seus vizinhos e de mais um sem-número de bairros paulistanos. Havia uma grande gleba de terra e pessoas dispostas a comprar um retalho para montar casa. Nos primeiro anos da década de 20, essa gleba pertencia a dona Escolástica Melchert da Fonseca e ia da Guiaúna à Fazenda do Carmo, hoje Parque do Carmo, no distrito de Itaquera. Era a Fazenda Gavião. Dona Escolástica tinha uma filha de nome Matilde, que havia sido casada com o ex ministro e embaixador dr. Macedo Soares - figura importante da política paulistana. Ele mesmo proprietário de uma chácara na zona sul que acabou se tornando o bairro Chácara do Castelo. Como a área era muito extensa, o loteamento foi feito em etapas: a principal foi a da Vila Matilde - uma homenagem da mãe à filha. Outra parte foi vendida ao cunhado de dona Escolástica, Juvenal Ferreira, que implantou o Jardim Maringá. A família Matarazzo adquiriu uma parte e fundou os bairros Vila Savoi e Jardim Brasília. Outra família italiana comprou uma parte e fez nascer os bairro de Vila Dalila e Vila Ester. Por décadas o local ficou quase à margem do crescimento da metrópole. Basta dizer que, quando fez 44 anos, em 1966, Vila Matilde pedia das autoridades a instalação de uma agência bancária e linhas de ônibus para o centro da cidade. Naquela época, apenas um coletivo chegava ao centro e era chamado de "enlatado". Claro, tudo isso é passado. O metrô, com duas estações na região, está redesenhando o mapa do bairro: as casinhas dão lugar a empreendimentos maiores e melhores. A vila já não tem mais problemas de transportes coletivos, claro. Agora, o ativo comércio atende às necessidades dos moradores e eles mesmos estão comprando os apartamentos de 2 e 3 dormitórios. Seus mais de 100 mil habitantes nem se lembram dos esforços para se chegar ao centro. E para que? Há o metrô na porta, shoppings centers e hipermercados ao lado. Mesmo assim, tal qual o povo de Asterix (o gaulês irredutível), muitos moradores preferem ficar nas suas casas térreas, com suas flores e varandas onde se pode ler em cima: "lar, doce lar". Pois que continuem a guardar um pedaço dessa Paulicéia desvairada dos anos 50.São Paulo - SPEXCELENTE APARTAMENTO COMPACTO COM ELEVADOR COM 35M2 EM FASE DE CONSTRUÇÃO COM CONOGRAMA DE ENTREGA FINAL 07\2023, PRÓXIMO AO METRÔ VILA MATILDECom perfil residencial de classe média, a Vila Matilde, na zona leste, é um bairro que durante décadas guardou suas características: casas térreas e sobrados, residências construídas na década de 50. Hoje, com a chegada do metrô, a situação está mudando, assim como a de seus vizinhos, o Tatuapé e a Vila Esperança. O bairro nasceu na segunda década do século 20, da mesma maneira de seus vizinhos e de mais um sem-número de bairros paulistanos. Havia uma grande gleba de terra e pessoas dispostas a comprar um retalho para montar casa. Nos primeiro anos da década de 20, essa gleba pertencia a dona Escolástica Melchert da Fonseca e ia da Guiaúna à Fazenda do Carmo, hoje Parque do Carmo, no distrito de Itaquera. Era a Fazenda Gavião. Dona Escolástica tinha uma filha de nome Matilde, que havia sido casada com o ex ministro e embaixador dr. Macedo Soares - figura importante da política paulistana. Ele mesmo proprietário de uma chácara na zona sul que acabou se tornando o bairro Chácara do Castelo. Como a área era muito extensa, o loteamento foi feito em etapas: a principal foi a da Vila Matilde - uma homenagem da mãe à filha. Outra parte foi vendida ao cunhado de dona Escolástica, Juvenal Ferreira, que implantou o Jardim Maringá. A família Matarazzo adquiriu uma parte e fundou os bairros Vila Savoi e Jardim Brasília. Outra família italiana comprou uma parte e fez nascer os bairro de Vila Dalila e Vila Ester. Por décadas o local ficou quase à margem do crescimento da metrópole. Basta dizer que, quando fez 44 anos, em 1966, Vila Matilde pedia das autoridades a instalação de uma agência bancária e linhas de ônibus para o centro da cidade. Naquela época, apenas um coletivo chegava ao centro e era chamado de "enlatado". Claro, tudo isso é passado. O metrô, com duas estações na região, está redesenhando o mapa do bairro: as casinhas dão lugar a empreendimentos maiores e melhores. A vila já não tem mais problemas de transportes coletivos, claro. Agora, o ativo comércio atende às necessidades dos moradores e eles mesmos estão comprando os apartamentos de 2 e 3 dormitórios. Seus mais de 100 mil habitantes nem se lembram dos esforços para se chegar ao centro. E para que? Há o metrô na porta, shoppings centers e hipermercados ao lado. Mesmo assim, tal qual o povo de Asterix (o gaulês irredutível), muitos moradores preferem ficar nas suas casas térreas, com suas flores e varandas onde se pode ler em cima: "lar, doce lar". Pois que continuem a guardar um pedaço dessa Paulicéia desvairada dos anos 50.